J O R N A L   ABDER - Dezembro/janeiro 2007

Índice

Presidente da ABDER agraciado com Medalha do Mérito Mauá
Apagão logístico
Positivo e operante
O maior evento do mundo
Desatando nós
Governo prevê investimentos de R$ 56 bi no setor de transporte em quatro anos
Aprovado Programa de Ações para 2007
PNLT prioriza escoamento da safra
DER/PR - Obras no Norte Pioneiro
DER/SP - Rodovia SP-191 interditada
AGETOP/GO - Nova fase do Pró-Melhor
DAER/RS - Ponte Alemã
SIDER


 

 

Presidente da ABDER agraciado com Medalha do Mérito Mauá

O presidente da ABDER e diretor geral do DER/PB, Inácio Bento de Morais Júnior, (à esquerda na foto), foi agraciado, dia 5 de dezembro, com a medalha Cruz de Mauá. A solenidade de condecoração, no Clube do Exército, em Brasília, foi presidida pelo Ministro do Transportes, Paulo Sérgio Passos (ao centro), que destacou:
"A medalha do mérito Mauá é conferida àqueles que contribuíram efetivamente para o desenvolvimento do setor. A outorga desta medalha deve ser entendida como o nosso agradecimento pelo esforço de cada um e de todos pelo progresso do setor. Fizemos muito nos últimos anos e temos consciência de que ainda há muito por fazer. Que o dia de hoje nos sirva de inspiração e motivação para enfrentar o horizonte à nossa frente, que, tenho certeza, será um período de avanços na modernização e ampliação da logística de transportes no país, de modo a garantir a base que sustentará o desenvolvimento de nossa economia no seio impostergável de toda a sociedade brasileira".
Reconhecido como patrono do Ministério dos Transportes, Irineu Evangelista de Sousa, o Barão e Visconde de Mauá, é exemplo de empreendedor que contribuiu para o desenvolvimento nacional. No ano de 1845, levantou os estaleiros da Companhia Ponta de Areia, em Niterói, iniciando a indústria naval brasileira. Em 30 de abril de 1854, inaugurou a primeira estrada de ferro, a Raiz da Serra de Petrópolis, que ligava o Rio de Janeiro a Serra de Petrópolis, criando o transporte ferroviário no Brasil.
Ele ainda foi pioneiro na indústria de iluminação pública a gás e o idealizador da introdução de bondes no transporte urbano do Rio de Janeiro. Em 1856, inaugurou o trecho da União Indústria, a primeira rodovia pavimentada do país, entre Petrópolis (RJ) e Juiz de Fora (MG).

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Apagão logístico

O Brasil perde R$ 46 bi por ano devido ao sucateamento do setor de transportes, segundo cálculos da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Para a Associação Brasileira de Infra-Estrurtura e Indústria de Base (Abdib), estamos à beira do apagão logístico, que pode ser evitado com investimentos de R$ 13 bilhões anuais - entre recursos públicos e privados - durante cinco anos para recuperar a malha rodoviária.

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Positivo e operante

A Polícia Rodoviária Federal criou um serviço, em seu site, para registro de carros roubados/furtados. http://www.dprf.gov.br Se seu veículo foi roubado e você fizer o cadastro do mesmo, no site, será enviado um e-mail para mais de 400 locais de blitz da Polícia Rodoviária Federal, além de 480 viaturas que possuem comunicação via satélite.

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O maior evento do mundo

O presidente da ABDER, Inácio Bento de Morais Júnior, vai participar da 86ª Reunião Anual do TRB (Transportation Research Board) http://www.trb.org/meeting, que ocorrerá entre os dias 21 a 25 de Janeiro de 2007, em Washington, DC, Estados Unidos.Trata-se do maior evento de pesquisa de transporte do mundo, com aproximadamente 10.000 participantes de todas as parte do globo. São mais de 2.800 apresentações em 500 seções e o tema desta edição é "Instituições de Transporte, Finanças e Forca de Trabalho".

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Desatando nós

O Governo Federal está convicto de que encontrou a panacéia para curar os males que afligem o setor de transportes brasileiro. Para a anemia financeira, anunciou investimentos da ordem de R$ 56 bilhões nos próximos quatro anos, dos quais R$ 24 bi somente para o rodoviarismo. Para a paralisia Estatal, a receita são as concessões e as Parcerias Público-Privadas. Para a falta de visão, a luz do Plano Nacional de Logística e Transporte, a ser anunciado neste fim de ano.
Mais dinheiro e mais planejamento são, de fato, remédios úteis e necessários para transformar o setor de transportes de "Custo Brasil" para "Vantagem Brasil". É de se elogiar o esforço do Governo em buscar a saúde de um setor que muitos já crêem moribundo. Porém, lamentamos constatar que as dosagens anunciadas desses medicamentos ainda são insuficientes para tal transformação.
Na área do planejamento, o Governo vem traçando metas, identificando gargalos, corrigindo rotas, delineando projeções. Já até anunciou obras "prioritárias", como duplicação de estradas, expansão de portos, implantação de sistemas multimodais, interligando rodovias-ferrovias-hidrovias. Faltou apenas planejar quem irá fazer todas essas obras.
Com efeito, após quase 20 anos de abandono, o sistema de transporte hoje não sofre o sucateamento apenas em sua estrutura física. A sua estrutura humano-operacional também se encontra em estado lamentável. E não falo apenas da falta de engenheiros especializados. Falta também pessoal técnico de nível médio, como fiscais de campo, operador de máquinas, laboratoristas, topógrafos, entre outros.
Na área financeira, o Governo prevê investimentos no setor rodoviário em média de R$ 6 bilhões por ano, nos próximos quatro anos. Parece muito para quem chegou a sobreviver com menos de R$ 1 bi por ano. Mas a Associação Brasileira de Infra-Estrurtura e Indústria de Base (Abdib) calcula ser necessário R$ 13 bi por ano, durante cinco anos, para que possamos recuperar a nossa malha viária.
Para complicar, o Governo até hoje não consegue cumprir com a legislação que instituiu a CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Recursos que deveriam ir para o setor transportes continuam servindo para pagar outras contas do Governo Federal. Já os recursos da CIDE que vão para os Estados são integralmente aplicados em transportes. Infelizmente, os Estados, que mantêm a maior malha viária do país, ficam com apenas, 17,23%, em números reais, dos recursos arrecadados.
Desatar o nó que amarra os recursos da CIDE é fundamental! Os Estados precisam ampliar a capacidade de investimento em suas malhas rodoviárias e, para isso, maior acesso aos recursos da CIDE é essencial. Enquanto esse nó não for desatado, o processo de estadualização das rodovias federais está comprometido. Nenhum estado irá aceitar uma rodovia se não tiver como mantê-la.
Espero que em 2007, Estados e Governo Federal mantenham relação de parceria nos investimentos em infra-estrutura. Somente assim conseguiremos deslocar o setor de transporte da coluna "Custo Brasil" para a "Vantagem Brasil". Feliz 2007!

Engenheiro Inácio Bento de Morais Júnior
Diretor- Geral do DER-PB e Presidente da ABDER

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Governo prevê investimentos de R$ 56 bi no setor de transporte em quatro anos

A ministra-chefe Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, roubou a cena na abertura do Seminário "Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil - Perspectivas e Desafios", ao anunciar os investimentos previstos para o Setor Transportes nos próximos quatro anos, algo perto de R$ 56 bilhões. Os recursos sairão dos cofres públicos (Orçamento da União) e da iniciativa privada, na forma de concessões e Parcerias Público-Privadas. O evento foi promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), dias 28 e 29 de novembro, em Brasília.
De acordo com Dilma Rousseff, para o modal rodoviário, o Governo prevê investimentos de R$ 24 bilhões, 50% para manutenção e 50% para expansão. As ferrovias receberão total de R$ 14,5 bilhões, sendo R$ 12 bi para expansão e R$ 2,5 bi para manutenção. Os portos terão R$ 5 bilhões para expansão e R$ 2,5 bi para manutenção. Para o a construção de navios, o Governo prevê R$ 8,7 bilhões, e mais R$ 1,5 bilhão para equipar e modernizar a Polícia Rodoviária.
A ministra também criticou o excesso de recursos apresentados ao Judiciário por empresas que perdem licitações, ao que chamou de "judicialização das licitações" no país. "Há muitas pendências judiciais que levam até três anos para ser julgadas. Isso acaba criando uma grave descontinuidade de investimentos no país", afirmou Dilma Rousseff
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, destacou, no seminário, a retomada do planejamento para o setor de transportes com a conclusão neste mês de dezembro do Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT). Ele lembrou que o último planejamento para o setor foi realizado pelo Governo "há 20 anos, em 1986". Passos afirmou que entre os anos 2000 e 2004 foram empenhados em média cerca de R$ 700 milhões para manutenção da malha rodoviária nacional. Em 2005, foram empenhados R$ 2 bilhões.
O Secretário de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais, Paulo Paiva, demonstrou como a falta de investimentos federais vem provocando a deterioração do sistema de transportes brasileiro. Em 1975, o Governo investia aproximadamente 1,8 do PIB (Produto Interno Bruto) no setor. Em 2003, os investimentos foram de apenas 0,1% do PIB. Como conseqüência, 45,6% das rodovias foram consideradas péssimas ou ruins, em 2005. Com a volta dos investimentos oficiais, esse porcentual reduziu-se para 41,4%.
Paulo Paiva defendeu maior participação dos Estados na formulação do planejamento do setor de transportes. Destacou que essa ação é limitada por falta de competência jurisdicional dos Estados sobre os principais corredores de transportes. Ele apontou como dificuldade para essa integração a multiplicidade de atores, a multimodalidade e o descompasso dos planos, programas e planejamentos efe-tuados pela União, Estados e municípios. Para o secretário mineiro os investimentos públicos devem ser priorizados para projetos que possam ser futuramente repassados à iniciativa privada, via os mecanismos de concessões e PPPs. Ele propôs ainda a estadualização das rodovias para as quais não seja viável a utilização das concessões e PPPs. Após criticar os desvios dos recursos da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) para o pagamento de serviços da divida da União, Paiva sugeriu que fosse permitido aos Estados contabilizar os investimentos realizados na recuperação, conservação e expansão de infra-estrutura como parte do pagamento da dívida que estes mantêm com a União.
O deputado Eliseu Resende (PFL-MG), autor da emenda constitucional que criou a Cide, observou que o Congresso Nacional, ao aprovar por unanimidade a emenda, quis dar tratamento prioritário para o setor de transportes. "Se a aplicação da Cide fosse efetiva, a economia de petróleo gerada permitiria ao Brasil tornar-se exportador desse energético", avaliou Resende.
O diretor de Infra-estrutura e Insumos Básicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Wagner Bittencourt de Oliveira, depois de uma breve explanação sobre os mecanismos de captação de recursos para investimentos e as principais linhas de apoio do BNDES, defendeu a implantação das Parcerias Público-Privadas e a participação integrada do TCU com o BNDES nas operações de PPPs, nas quais o BNDES estiver inserido na fase de modelagem da licitação.
O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Luiz Fernando Santos Reis, ressaltou que o setor tem interesse em ampliar essa participação desde que haja definição clara do papel do Estado, fortalecimento das agências reguladoras, aperfeiçoamento dos marcos regulatórios, aprovação de lei federal sobre saneamento básico e racionalização da atuação do que tange a meio ambiente. Para ele, "a ausência de regras pode se constituir em obstáculo ao pleno aproveitamento do potencial produtivo do país".
O diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), Mauro Barbosa da Silva, ressaltou a importância do órgão, responsável por operar 53 mil km de rodovias pavimentadas, corrigir os pontos críticos de 28 mil km de ferrovias operados pelo setor privado, realizar obras de manutenção e construção de eclusas em 28 mil km de hidrovias, além de obras em 30 portos marítimos e 135 portos, terminais e atracadouros interiores. Mauro Silva enfatizou que a conservação e a manutenção da malha viária nacional será prioridade do DNIT em 2007.
O representante do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado, explicou que é função do TCU verificar o atendimento dos requisitos legais e regulamentares dos projetos, que, em alguns casos, "têm se evidenciado de baixa qualidade". Para Augusto Nardes, ministro do TCU e coordenador do evento, o seminário contribuiu para a solução dos diversos problemas identificados ao longo dos debates e irá facilitar a integração dos vários órgãos e entidades que aturam direta ou indiretamente no setor de transportes.

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Aprovado Programa de Ações para 2007

A 2ª Assembléia Geral Ordinária (AGO) da ABDER em 2006, que ocorreu nos dias 23 e 24 de novembro, em João Pessoa/PB, em conjunto com a 35ª Reunião de Dirigentes de Órgãos Rodoviários Estaduais (REDORE) aprovou o Programa de Ações da entidade para 2007, entre as quais se destacam a ampliação de intercâmbios com entidades nacionais e internacionais para a troca de informações, tecnologias, estudos e experiências, sobre rodoviarismo; documentação e divulgação dos trabalhos dos vários grupos técnicos da própria ADBER, incentivo à criação, nos órgãos rodoviários estaduais, de assessorias de comunicação para que estes também passem a divulgar mais suas ações.
A entidade, que irá completar 30 anos no dia 19 de agosto de 2007, deve implantar no próximo ano o Sistema de Acompanhamento da Malha Rodoviária (SISMAR), um banco de dados disponibilizado pela internet, que conterá todas as informações sobre a malha rodoviária estadual. A AGO aprovou ainda a criação de um sistema de vídeo-conferência via internet para dinamizar as comunicações entre os órgãos associados, o que possibilitará maior integração entre os Estados e o aperfeiçoamento técnico de seus profissionais.
A ABDER, no próximo ano, pretende ser reconhecida como promotora de conhecimento técnico para o setor rodoviário, sem deixar de atuar junto ao Congresso Nacional para buscar mais recursos às estradas brasileiras. Para isso, a entidade orientou aos coordenadores dos macro-alvos (grupos de trabalho instituídos no ano passado para maior descentralização e dinamismo da entidade) a darem maior transparência às suas atividades, encaminhando todas as sugestões de aperfeiçoamento do sistema rodoviário ao Fórum de Secretários Estaduais de Transporte e Infra-Estutra. Os macro-alvos são divididos em cinco temas: Política, Gestão, Serviços e Materiais, Normatização, e Fontes de Recursos.
Os 11 Grupos Técnicos da entidade também deverão ter maior preocupação com a documentação e divulgação de suas atividades. A idéia é que os Grupos Técnicos se transformem em efetivos órgãos consultivos da ABDER e dos Estados. Os GTs são divididos por temas ou por categorias de profissionais. Exemplos de GTs temáticos: "Fontes de Receita", "Gestão da Conservação Rodoviária"; "Troca de Multas"; "Custos Rodoviários"; "Gestão de Pessoas"; "Segurança Rodoviária"; "Autorização Especial de Trânsito" e "Transporte Intermunicipal de Passageiros". GTs que concentram categorias profissionais: "Procuradores Jurídicos"; "Tecnologia da Informação" e "Comunicação e Marketing".
A AGO aprovou também o relatório de atividades de 2006 e o orçamento da entidade para o exercício de 2007.

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PNLT prioriza escoamento da safra

O diretor de Planejamento e Avaliação de Política de Transporte do Ministério dos Transportes, Francisco Luiz, adiantou que o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), a ser anunciado pelo Governo no dia 19/12, vai priorizar a infra-estrutura para o escoamento da safra agrícola.
Para o secretário de Política Nacional de Transportes do Ministério dos Transportes, José Augusto Valente, "o ano de 2007 marcará o início de uma etapa promissora para o setor de transportes no Brasil". Segundo ele, "tanto as verbas do Governo Federal, quanto as estaduais aumentarão, e as PPPs trarão grandes contribuições".
Entre os principais pontos do PNLT, Valente destacou a garantia de recursos para manutenção das rodovias, entre R$ 2,5 bi e R$ 3 bi por ano, e o aumento de capacidade das vias de maior fluxo de tráfego, como as BR's 101, 116 e 163, normalmente as de ligação norte e sul e alguns anéis importantes como o do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo.
Trânsito" e "Transporte Intermunicipal de Passageiros". GTs que concentram categorias profissionais: "Procuradores Jurídicos"; "Tecnologia da Informação" e "Comunicação e Marketing".
A AGO aprovou também o relatório de atividades de 2006 e o orçamento da entidade para o exercício de 2007.

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DER/PR - Obras no Norte Pioneiro

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná irá concluir as obras de recuperação de uma das mais importantes rodovias do Norte Pioneiro do Paraná no primeiro semestre de 2007: 31 km da PR-02, entre Quatiguá e a BR-153, município de Santo Antônio da Platina.
Com a conclusão da obra, serão 74 km recuperados de uma das rodovias na PR-02, ao custo total de R$ 45 milhões. "É por esta rodovia que são transportados os produtos da safra do norte do Estado e também das cargas vindas de São Paulo e do Mato Grosso do Sul em direção ao Porto de Paranaguá", explicou Waldyr Pugliesi, Secretário dos Transportes.
De acordo com o DER/PR, nas obras de restauração da PR-02 (80% já concluídas), empregou-se borracha na composição do pavimento. O uso de borracha moída junto com o asfalto comum amplia a vida útil das rodovias, aumenta em 30% a durabilidade da pavimentação, e é uma ótima alternativa para o destino de pneus usados.

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DER/SP - Rodovia SP-191 interditada

A recuperação de uma ponte sobre o Rio Piracicaba, no km 149 da SP-191, obrigou o Departamento de Estradas e Rodagens de São Paulo a interditar a rodovia desde o dia 13 de novembro. A recuperação da ponte faz parte das obras de restauração e recapeamento da SP-191 entre os quilômetros 143 e 196.
DER-SP ganha prêmio
O DER-SP ganhou este ano o "Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito", na sua 16ª edição, na categoria Empresa da Região Sudeste do Brasil, com o trabalho "PROGRAMA DE REDUÇÃO DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS". O Programa, implantado em SP desde de 2001, inclui: criação de Área específica para planejamento, orientação e coordenação das atividades necessárias e criação nas Divisões Regionais de órgãos específicos responsáveis pela segurança nas rodovias.

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AGETOP/GO - Nova fase do Pró-Melhor

Técnicos da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) e do Banco Mundial (Bird) se reuniram na última semana de novembro para negociar a continuidade do Programa de Melhoramento e Gerenciamento da Malha Rodoviária de Goias (Pró-Melhor). O programa, dividido em duas fases, prevê investimentos de US$ 260 milhões para reabilitação e pavimentação da malha rodoviária estadual. Cada uma das partes financia 50% do valor total do convênio.
Os técnicos do Bird avaliaram positivamente a implementação da primeira fase do Pró-Melhor. As obras da primeira fase do Programa serão concluídas em dezembro. Até agora, a Agetop já reabilitou, no âmbito do programa, 1.342 Km de rodovias estaduais e pavimentou outros 286 Km. A segunda fase prevê a reabilitação de mais 2.000 km de rodovias e a pavimentação de outros 700 km. Os novos trechos a serem beneficiados com as obras ainda serão definidos pela Agetop.

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DAER/RS - Ponte Alemã

O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Sul (Daer) doou ao município de Encantado uma ponte sobre o Arroio Jacaré. O conjunto de estrutura metálica está localizado no quilômetro 5 da RS-332, na Linha Jacaré. A doação foi objeto do Projeto de Lei 218, aprovado por unanimidade pelos deputados estaduais, na primeira semana de novembro.

A ponte, fabricada na Alemanha, tem um vão de 33 metros, vigas paralelas, com largura de 5,5 metros, pesando mais de 30 toneladas, e suporte para tráfego de oito toneladas. O conjunto foi desativado com a construção uma nova ponte de concreto ao seu lado, para pavimentação da RS-322. A prefeitura de Encantado pretende tombar a estrutura como patrimônio histórico e transformá-lo em ponto turístico e cultural da região alta do Vale do Taquari, ao lado da rota "Caminho da Erva-Mate".

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