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J O R N A L I
N F O R M A T I V O
Brasília-DF
- Janeiro de 2000 - Ano VIII - nº 24
* PALAVRA
DO PRESIDENTE.
* ENCONTROS
DA ABDER.
* ENCONTROS
NACIONAIS DE CONSERVAÇÃO.
* PROCURADORES
EM SALVADOR
* PARANÁ:
Modelo Ambiental na construção de estradas.
* PAISAGISMO:
ECONOMIA E SEGURANÇA.
* MEIO
AMBIENTE E ABDER
* NOTÍCIAS
DOS ESTADOS
* MARQUE
NA AGENDA
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PALAVRA DO PRESIDENTE
A Necessidade das Reformas Institucionais nos Órgãos Rodoviários
Para
a Administração Contemporânea, o mundo está
dividido entre os rápidos e os lentos, e há uma premissa
atual que afirma que "vencerão os que tiverem mais velocidade".
Ser veloz no mundo de hoje é mais do que ter respostas rápidas,
significa monitorar no momento certo em que as coisas acontecem.
A
situação se torna mais complexa quando reconhecemos que fomos
educados para funcionar em estruturas burocráticas, para atender
um mercado onde as mudanças não aconteciam num ritmo tão
acelerado, mas a medida que a velocidade das mudanças tomam dimensões
globais, as velhas formas de organização estão entrando
em crise.
As organizações
contemporâneas requerem uma posição de rompimento com
o passado, elas precisam de uma nova modelagem social que viabilize a flexibilidade
e incentive o conhecimento, que tenha grande compreensão sobre os
fenômenos sociais e que envolva as equipes e os grupos de trabalho
de alto desempenho, e que também tenha domínio sobre a reciclagem
e capacitação cultural dos indivíduos, que foram educados
para trabalhar e viver em burocracias e agora precisam ser reeducados para
o processo dinâmicos que requerem mais criatividade e inovação,
isso tanto na esfera pública como no setor privado.
Isso explica
os fenômenos que influenciam a competitividade global das organizações,
através das discussões sobre as práticas de novas
tecnológicas e reações anti-competitivas.
Esses fenômenos
têm afettado tanto as organizações privadas como as
públicas, essas principalmente por estarem cada vez menos tuteladas
pelo Estado, o que as tornam cada vez mais com características empresariais
e menos institucionais.
É basicamente
sobre essa questão que propomos a criação de um grupo
de estudos em nível nacional para que possamos debater conjuntamente
esse assunto complexo que a grande maioria ainda se sente pouco a vontade
para tratarm, porque além de mexer com interesses, abala as aparentes
estabilidades, propõe profundas mudanças, desencadeando uma
situação pouco confortável para maioria das pessoas.
A idéia
de desenvolver um trabalho dessa natureza surgiu de um alerta que a ABDER
vem dando a todos os DER's, fazendo ver a necessidade premente de discutir
sobre o futuro das organizações rodoviárias brasileiras,
visto que os Estados vêm avançando rapidamente com as reformas
administrativas, e que vários órgãos públicos
já haviam partido em busca de alternativas e propostas para as suas
transformações e adequações a situação
vigente.
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Encontros da ABDER
O último trimestre deste ano foi marcado por uma série de reuniões técnicas que despertaram o interesse de profissionais e contribuíram para o aprimoramento dos Órgãos Rodoviários Estaduais. Comprove!
Faixas de Domínio
A
utilização das faixas de domínio das rodovias estaduais
foi tema das reuniões realizadas em Brasília, nos dias 28
e 29 de setembro, na sede da ABDER e em Porto Alegre, no DAER, dias 9 e
10 de dezembro. No centro das discussões está a liberação
do uso das faixas mediante pagamento de taxa pelos diversos usuários.
Com a privatização
dos setores de telecomunicação, energia elétrica e
saneamento, os governos estaduais chegaram à conclusão de
que a cobrança de taxa de uso das faixas de domínio é
uma ação justa dos órgãos estaduais rodoviários,
permitindo melhor conservação e mais segurança nas
estradas.
O objetivo
das reuniões promovidas pela ABDER é a sistematização
das formas de cobrança. Cada Estado deverá normalizar o pagamento
das taxas dentro de um padrão.
Informática e multa
Durante
o IV Encontro do Grupo Técnico de Informática, dias 4 e 5
de novembro, em Salvador, foram discutidos assuntos referentes ao sistema
de geoprocessamento, bug do milênio, softwares alternativos e a troca
de informações para cobrança dos autos de infração
de veículos e condutores entre os Estados.
O Projeto
Piloto está sendo desenvolvido pelos estados do Rio Grande do Sul
e Paraná. O objetivo é testar a viabilidade do sistema a
ser adotado atendendo ao Código de Trânsito Brasileiro.
Pavimentação
Técnicos de diversos estados, ligados ao Sistema de Gerência de Pavimentos, participaram, em Caldas Novas, de 15 a 17 de setembro, do 3º Encontro de Usuários de Sistemas de Gerência de Pavimentação. Durante o evento foram discutidas as novas tecnologias que estão sendo empregadas no trabalho de pavimentação e os problemas encontrados na interpretação dos resultados obtidos nas medições efetuadas pelos diversos equipamentos utilizados para analisar a estrutura dos pavimentos.
Conheça os Grupos de Trabalho em atividade coordenados pela ABDER
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GRUPO |
COORDENADOR |
ÓRGÃO |
| Procuradores Jurídicos |
Maurício Sá De Ferrante |
DER/PR |
| Informática dos DERs |
Jorge Rêgo da Silva |
DER/DF |
| Faixas de Domínio |
Daniel José m. de Melo |
DER/MG |
| Gerência de Pavimentos |
Antônio F. Marcon |
DER/SC |
| Troca de Multas |
Jorge Rêgo e Ana Paula Mendes |
DER/DF E MG |
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Encontros
Nacionais de Conservação

Bahia e Brasília foram escolhidas como sedes dos próximos Encontros Nacionais de Conservação Rodoviária. Como parte das comemorações dos 500 anos do Brasil, a quinta edição do Encontro Nacional só poderia ser mesmo em Salvador. Em 2001 - início do novo milênio - a escolha recaiu sobre Brasília, capital da modernidade.
O IV Encontro Nacional de Conservação foi realizado de 24 a 27 de agosto, com a participação de mais de 600 profissionais da área rodoviária. Durante o evento foram discutidos os problemas de conservação e operação das rodovias estaduais brasileiras, buscando segurança e conforto de seus usuários.
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Procuradores em Salvador
O VII Congresso Nacional de Procuradores de DERs foi realizado em
Salvador nos dias 11 e 12 de novembro, onde cerca de 50 profissionais da
área se reuniram para discutir temas de maior interesse no momento
para a área jurídica dos órgãos rodoviários
estaduais.
Os resultados das questões ali discutidas serão, em breve,
encaminhados aos órgãos rodoviários associados e aos
participantes do congresso. Os assuntos terão comentários
do bacharel Luiz Souza Cunha, que presidiu o evento na qualidade de procurador
chefe do DERBA - Departamento de Infra-estrutura de Transporte da Bahia.
Conheça os temas abordados:
| * Executividade das autuações
e processamento dos recursos de multas de trânsito, incidentes sobre
veículos licenciados em Estado diverso do Estado autuador. - Competência Jurisdicional para a Notificação e para o julgamento dos processos. * Aspectos jurídicos da cobrança
de remuneração sobre serviços burocráticos
e logísticos (tarifas, taxas, etc) que viabilizam o desenvolvimento
regular e eficaz do procedimento administrativo gerado pelo pedido de ocupação
da faixa de domínio. * Faixa de domínio da Rodovias
Federais e Estaduais. * Ocupação e uso das
faixas de domínio nas rodovias estaduais. * A questão da constitucionalidade
ou inconstitucionalidade do Decreto Federal nº 84.398, de 16 janeiro
de 1980, alterado pelo Decreto Federal nº 86.859 de 19 de janeiro
de 1982, derredor da isenção das concessíonarias de
distribuição de energia elétrica, na dicção
do seu art. 2. |
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Paraná:
modelo ambiental na construção de estradas

Heinz Herwig / secretário de transportes do Paraná
Um novo modelo desenvolvimento na construção de estradas, evitando a degradação do meio ambiente, foi mostrado pelo Paraná, durante o Seminário Nacional A Variável Ambiental em Obras Rodoviárias, que reuniu cerca de 400 participantes de todo o Brasil, no final de outubro, em Foz do Iguaçu. "Essa postura reflete a preocupação de deixar um legado de respeito às gerações futuras e sua qualidade de vida", definiu o secretário de Transportes, Heinz Herwig, que representou o governador Jaime Lerner no encontro.
Com demostração dessa nova atitude com o meio ambiente, Heinz apontou a ponte de Guaíba, cujo projeto estava com várias pendências na área ambiental, e o complexo de pontes em Porto Camargo, em construção no Noroeste do Paraná, onde houve alteração do traçado original para preservar a Mata do Bugio. "Incluímos no projeto até uma ponte, aparentemente desnecessária, com 120 metros, para preservar a Lagoa dos Jacarés", ressaltou.
Outros exemplos práticos são os estudos de impacto ambiental da estrada de Guaraqueçaba e da estrada ligando a rodovia BR-277 à Ponta do Félix, em Antonina, cujo objetivo é desviar o tráfego pesado do centro das cidades históricas do Litoral. "Em cada estada que o Paraná constroi hoje, há o cuidado de preservar a arborização e, em cada ponte, há um projeto de recuperação da faixa de matas ciliares", explicou Heinz.
Para o diretor geral do Departamento de Estradas e Rodagem, Paulinho Dalmaz, que presidiu o seminário, essa nova mentalidade de "se construir preservando" surgiu no Paraná em 1996, com o atual governo, com a criação no DER da Assessoria do Meio Ambiente, com o objetivo de dar maior atenção às causas ambientais. "É fácil ter consciência de que a execução de uma obra rodoviária é de extrema importância para a comunidade. O ideal é saber que junto a uma nova estrada, vêm embutidos impactos diretos e indiretos, positivos ou negetivos em relação ao meio ambiente", completou Dalmaz.
A assessora do Meio Ambiente do DER, Rosana Scaramella, destacou a contribuição nacional do encontro. Só de Roraíma vieram dez representantes, do Ácre outros três. Um técnico de Pernambuco viajou quatro dias de ônibus para assistir ao seminário. "Quando se sabe que uma obra feita em Rondônia pode ter um impacto ambiental que repercute no Brasil inteiro, todos ganhamos com esse investimento feito no planejamento no outro extremo do país", exemplificou.
Manual de Instruções
Ambientais:
a contribuíção para o próximo século
A contribuição do Paraná, dentro do seminário, foi o lançamento do Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias, visando colher subsídio, críticas e sugestões dos participantes. Originado de convênio entre o DER e a Universidade Federal do Paraná, por intermédio da Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná (Fupef), o manual é fruto de exaustivos encontros feitos do Estado, durante dois anos.
Desses encontros participaram técnicos rodoviários, representantes de órgãos ambientais e professores universitários, unindo a experiência técnica e a acadêmia, agregando conhecimento multidisciplinares e interinstitucionais sobre a questão. De forma prática, o manual contém instruções sobre os aspéctos ambientais a serem considerados desde o planejamento até a operação de uma rodovia, observando a legislação e a moderna técnica de engenharia, para execução de obras ambientalmente adequadas.
Destina-se a todos que, de certa forma, trabalham em áreas relacionadas ao setor, como técnicos envolvidos nas diversas fases de um empreendimento rodoviário, órgãos rodoviários, empresas de consultoria, construção e conservação, e concessionárias. Depois de receber novas sugestões de especialistas de vários Estados brasileiros, que vão complementá-lo, será publicado, no ano 2.000, como uma referência nacional para a questão ambiental em obras rodoviárias.
O manual que foi apresentado pelo coordenador geral do Seminário, Murício Balensiefer, da Fupef, aborda o licenciamento ambiental, os estudos e projetos ambientais, dái uma visão global de um empreendimento rodoviário, instruções ambientais em projetos, obras e em operação e aborda a questão do monitoramento ambiental. Dispõe de quatro anexos: legislação ambiental aplicada, sistema nacional do meio ambiente, comentários do quadro de impactos ambientais e paisagismo ambiental. "O importante é que não foi imposto por ninguém, mas fruto do trabalho de todos que estão envolvidos em obras rodoviárias", afirmou Balensiefer.
O diretor de Controle de Recursos Ambientais do IAP (Instituto Ambiental do Paraná), economista Mário Sérgio Rasera, que participou da mesa redonda sobre licenciamento ambiental, vê manual como "de fundamental importância por ser elaborado por um órgão estadual que tem a responsabilidade de promover o desenvolvimento das populações, ao mesmo tempo em que é responsável pela execução de obras que interferem no meio ambiente".
"É o casamento de setor rodoviário com o ambiental, depois de muitos anos, saindo de uma situação de conflito para uma situação de parceria. Desde 1996 mostramos que o ideal não inviabiliza o possível", comemorou.
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Paisagismo:
economia e segurança

O seminário também teve mesas redondas sobre cidadania e meio ambiente, ecossistema e rodovias, além de palestrantes como a bióloga Berta Lange de Morrestes, titular do Departamento de Botânica do Instituto de Biociência da Universidade de São Paulo, uma das pioneiras no estudo da história natural do Brasil. Berta esmiuçou o trabalho de preservação que faz na ilha de Fernando de Noronha e no Atol das Rocas, e apresentou o mapa das contradições da Amazônia, que mostra o choque dos diferentes projetos em andamento na área.
O biólogo Siumar Goestzke, do DER, por sua vez, destacou a importância do trabalho de paisagismo rodoviário feito no Paraná desde 1964, pois o uso de vegetação torna mais barata a consvarção rodoviária, protege a pista e dá mais segurança ao motorista. Em apenas um ano, o DER economizou 300 mil reais em limpeza, capina, retirada de resíduos e destruição de canaletas, com o plantio de capim cidreira nessas áreas, enfatizou.
Aterros e cortes, por exemplo, são protegidos com a utilização de bambus, cujas raízes retiram o excesso da água na terra. A sinalização viva, com arbustos colocados de modo perpendicular, a uma distância de três a cinco metros um do outro, da ao usuário a impressão de que está a uma velocidade maior, fazendo com que retire o pé do acelerador. Em grandes retas, ilhas de vegetação, como a palmeira, evitam o cansaço visual do motorista.
Antes de pontes, a vegetação colorida, com folhas vermelhas
é percebida à distância pelo motorista. É o
caso da eufórbia, que melhora a visibilidade. O jasmim amarelo,
vegetação de pouco peso e efeito paisagístico muito
forte, evita a queda de barreiras.
O DER, que atualmente tem dois veveiros em Curitiba -, um para mudas herbáceas
e outro para mudas arbóreas -, pretende criar mais cinco viveiros,
até o ano que vem, nas cinco principais regiões do Estado,
para intensificar esse importante trabalho de reposição paisagística.
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Meio Ambiente e ABDER
A preservação
do Homem do futuro depende hoje da preservação do meio ambiente
saudável e seguro.
A Agenda 21 na qual participaram
a grande maioria dos países traçou as diretrizes para que
o planeta pudesse sobreviver no 3º milênio e traçou novos
paradigmas para a humanidade.
O Brasil é um dos
países mais rico em biodiversidade e recursos naturais do planeta
e, nós temos destruído esse patrimônio, consciente
e inconscientemente.
Um dos meios mais utilizados
são o desenvolvimento regionais sem planejamentos onde, inserimos
rodovias em áreas frágeis mas com grande biodiversidade e
potencial genético para a agropecuária e industria farmacêutica.
Muitos dos empreendimentos
rodoviários tem sido executados sem preocupar-se com o meio ambiente
ou, preocupam-nos quando somos penalizados juridicamente com paralisação
e multas.
Temos realizados obras
sem preocupar que o meio ambiente é para nós e para nossos
filhos.
A legislação
brasileira sobre o assunto é vasta e bastante atual.
Na Constituição
Federal de 1988 em seu art. 225 encontramos o cerne de tudo que diz a respeito
do meio ambiente: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade
de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever
de defendêlo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Este artigo considera o meio ambiente como patrimônio de todos e
portanto, todos devem protege-lo.
Essa proteção
ao meio ambiente assegurada pela constituição Federal ficou
reafirmada com a implantação da Lei de Crimes Ambientais,
de março de 1998, regulamentada em setembro de 1999.
A Lei de Crimes Ambientais
estabeleceu culpa e penalidades para os poluidores/degradadores ambientais,
de forma severa.
Rodovia é classificada
como agente alterador do meio ambiente, conforme a Resolução
001/86 e outras subsequentes aprovadas pelo CONAMA, sendo portanto necessário
todo o processo de licenciamento de obras rodoviárias.
Ações sem
os devidos cuidados portanto, são crimes passíveis de punição
tanto administrativas, penais e civil, causando desgastes político
aos DER e, em casos extremos, impossibilitando-os de contrair empréstimos
que dependam de aval dos órgãos federais.
Poucos DERs estão
preparados funcionalmente para encarar esse novo paradigma. As estruturas
da unidade ambientais são meramente formais e não setor atuante,
que deveriam preservar/proteger o meio ambiente e a própria imagem
dos DERs, não passam de entidades "apaga incêndio"
, atuando em focos nos quais a imagem dos dirigentes podem ser maculadas.
Todo esse trabalho é realizado a posterior e não preventivamente.
Nos DERs em melhores situações,
com estruturas de unidade ambiental adequada, o quadro técnico tem
condições de participar de eventos científicos e técnicos
na área e, aproveitam essas oportunidades para aprimorar conhecimentos
sobre o assunto. Em contrário, aqueles despreparados e/ou sem recurso
não tem onde buscar técnicas e conhecimentos para minimizar
racionalmente problemas ambientais e, não possuem um "local"
onde poderá buscar soluções para problemas e que repasse
conhecimento entre eles.
A ABDER como entidade congregadora
de todos os DERs do Brasil possui além da integração
desses, agilidade e trânsito nas entidades os quais as questões
de meio ambiente estão ligadas - ministérios, conselhos,
organismos internacionais, nacionais e estaduais.
Os problemas de gestão
ambiental ficam ainda mais acentuados quanto os Estados não possuem
recursos financeiros ou possuem poucos para implantação de
projetos de novos ou de reabilitação de pavimentos recorrem
à empréstimos junto a organismo internacionais. Esses organismo
por pressão internacional tornam-se cada vez mais exigentes quanto
às questões ambientais.
Para amenizar esse quadro,
a ABDER como intidade representativa de todos os DERs brasileiros tem condição,
através de uma coordenação de meio ambiente de:
a) Promover melhor integração
e intercâmbios entre as diversas unidades ambientais dos DERs;
b) Criação e/ou adequação
de manuais de gestão ambiental, que serva de base para melhoramentos
regionalizados;
c) Assessorar os DERs para estruturar suas
unidades ambientais;
d) Promover a transferência de conhecimentos/experiência
entre as entidades afins;
e) Melhorar as relações entre
órgãos ambientais e DERs:
f) Gestionar junto aos órgãos
nacionais de meio ambiente de soluções regionalizadas de
problemas ambientais;
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Notícias dos Estados
Paraíba
Durante os próximos quatro anos, o DER da Paraíba
vai comandar um conjunto de obras que beneficiará 190 municípios.
O trabalho faz parte do Programa de Modernização do Sistema
Rodoviário Estadual, que foi aprovado para o quadriênio 1999
- 2002 Este programa permite ao DER a restauração de 924
quilômetros de rodovias pavimentas, a recuperação de
539 quilômetros com Tratamento Superficial Simples (TSS). O DER /
PB também terá a oportunidade de fortalecimento institucional,
com investimentos em capacitação gerencial segurança
rodoviária e modernização do parque de máquinas.
Fontes: Informativo DER/PB nº1
Minas Gerais
O DER de Minas lançou um curso de pós graduação
voltado para a Educação para Trânsito, durante a Semana
Nacional de Trânsito. O objetivo é formar profissionais aptos
a desenvolver projetos de educação para o trânsito,
em parceria com escolas e a comunidade em geral. O curso também
visa aprofundar, ampliar e atualizar conhecimentos relativos à educação
para o trânsito. A idéias é contribuir para maior domínio
teórico-metodológico da área e para o maior conhecimento
do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê a educação
para o trânsito como parte do currículo escolar.
Fontes: Informativo DER/PB nº1
Piauí
O Piauí ganhou mais uma rodovia estadual. A PI - 238
teve recursos do BIRD e do governo estadual, no valor de 3,4 milhões
de reais. Um dos destaques é sinalização horizontal
e vertical da nova rodovia. São 28,5 quilômetros de asfalto
de Concreto Butaminoso Usinado a Quente (CBUQ), com seis metros de cada
largura, ciclvia de 1,60 metros de cada lado e acostamento de um metro
nos dois sentidos.
A estrada beneficia municípios como Bocaina, São Luíz
do Piauí, Inhuma, Paquetá, Santo Antônio de Lisboa,
Germiniano, Santanda do Piauí e Dom Expedito Lopes, além
da cidade de Sussuapara, cujo centro é cortado pela rodovia.
A nova rodovia vai atender às necessidades da região e também
irá beneficiar o turismo, uma vez que a barragem do Guaribas é
um dos pontos de atração.
Fontes: Informativo DER/PB nº1
Roraima
Março de 2000. Esta é a data prevista para a conclusão
das obras da Ponte do Rio Branco, o maior empreendimento da rodovia BR
- 174. A infra-estrutura da ponte exige 1.100 toneladas de aço,
17 pilares de 16 cm de altura e 44 vigas de concreto, cada um pesando 91
toneladas. Tudo está sendo fabricado no canteiro de obras. Com o
rio cheio, os engenheiros estão testando o concreto armado e o protendido
em um laboratório técnico montado especialmente para esta
obra.
A ponte terá 700 metros de extensão e é considerada
obra prioritária para Roraima.
Fontes: Informativo DER/PB nº1
Ceará
O Departamento de Edificações, Rodobias e Transportes
do Ceará desenvolveu uma nova técnica para a conservação
da malha viária do Estado. A pintura de rejuvenecimento, conhecida
como PRJ, foi aprimorada durante quatro anos. O resultado é uma
sobrevida de mais dois ou três anos para as rodovias, ampliando para
até treze anos a idade média dos pavimentos.
Composta por uma mistura de emulsão de ruptura média 1 cátion
(RM - 1C) com água, PRJ pode ser aplicada em pavimentos compostos
de areia, asfaltos a quente, a frio e no tratamento superficial duplo.
A pintura de rejuvenecimento permite a penetração de uma
substância ligante em pavimentos desgastados pelo tempo, com trilhas
e trincas do tipo longitudinal, transversal e de blocos. A capa que é
criada impede a infiltração de águas nas camadas inferiores,
evitando o
surgimento de panelas ou crateras. A PRJ reduz o número de buracos
em até 90% durante o inverno (época de chuvas no Nordeste).
A pintura de rejuvenecimento é indicada para rodovias com idade
média de seis anos, sem desgastes profundos.
Fontes: Informativo DER/PB nº1
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Marque na Agenda
DEZEMBRO
08 a 10 de DEZ. - Viabilização Financeira,
Projeto e Construção de BARRAGENS
Promovido pela IBC - Internacional Business Comunications. Local: Hotel
Paulista Plaza - São Paulo/SP.
Informações:
Fones: (0xx11) 258-5310 ou fax (ligação Gratuita) 0800-114664
ou Home-Page: http://www.ibcbrasil.com
09 e 10 de DEZ. - Assembléia Geral Ordinária
da ABDER
Durante o evento será realizada também a 28ª REDORE
- Reunião dos Dirertores de órgãos Rodoviários
Estaduais. Serão apresentadas informações sobre os
trabalhos desenvolvidos pela ABDER durante o ano de 1999 e submetidos à
aprovação do Colegiado, o programa de trabalho e o orçamento
para o ano 2000. Nesta ocasião, os dirigentes discutirão
as perspectivas do desenvolvimento rodoviário no próximo
milênio, trocando idéias sobre a melhor forma de podermos,
dentro da atual fase de escassez de recursos, atender aos anseios da nossa
população em termos rodoviários, como segurança
e conforto, possibilitando um escoamento dos produtos agrícolas,
com um custo apropriado à competição na economia globalizada.
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V Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária
Em Salvador, Bahia - como parte das comemorações
dos 500
anos do Brasil. Data a ser definida em breve. Fique atento