
J O R N A L ABDER - Julho /
Agosto 2009
Índice
| 1º) |
Minas se prepara para o 14º ENACOR |
| 2º) |
Plano para evitar 35 mil mortes por ano |
| 3º) |
Mensagem da ABDER - Conservar: uma ação permanente |
| 4º) |
ABDER discute Plano de Segurança Viária |
| 5º) |
Plano de Segurança Viária |
| 6º) |
Passagens de ônibus valerão 1 ano |
| 7º) |
DER/SP - Terminais rodoviários |
| 8º) |
DER/MG - Duplicação da Antônio Carlos |
| 9º) |
DER/PR - Estradas em Morretes |
| 10º) |
AGETOP/GO - Obra na GO-178 |
11º) |
DER/AL - Zona da Mata |
| 12º) |
SIDER - Modernização na gestão de projetos confinanciados |
| 13º) |
EXPEDIENTE |
Minas se prepara para o 14º ENACOR
A 14ª edição do
maior evento do setor rodoviário na América Latina, ENACOR Encontro Nacional de
Conservação Rodoviária, irá reunir, entre pesquisadores, acadêmicos, engenheiros,
técnicos e estudiosos, cerca de mil especialistas em rodoviarismo, em Belo Horizonte,
Minas Gerais, entre os próximos dias 25 e 28 de agosto. Neste ano, o tema do encontro
será Conservar uma ação permanente. A organização do evento é do
Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER/MG) e da Associação
dos Engenheiros do DER/MG (ASSENDER), em parceria com a Associação Brasileira dos DER´s
(ABDER), com apoio do governo mineiro e do Sindicato da Indústria de Construção Pesada
do Estado de Minas Gerais Sicepot-MG.
Até 31 de julho a Comissão Organizadora do evento irá definir os trabalhos selecionados
para serem apresentados no evento. Os trabalhos foram classificados nos seguintes temas:
Fontes de Recursos; Gestão da Conservação Rodoviária; Operação da Via; Reflexos da
Evolução Tecnológica no Setor Rodoviário; O Profissional exigido pelo novo Cenário
Mundial. Não serão aceitos artigos de caráter comercial, nem será permitido logotipo
de empresas ou de nomes comerciais, além de não serem aceitos trabalhos que já tenham
sido publicados em outros eventos ou periódicos.
Como coordenador do 14º ENACOR, proponho a realização de um amplo debate, para
que possamos apresentar o que tem sido feito e conhecer as inovações tecnológicas,
nesta busca permanente que envolve todo o setor rodoviário, para encontrar soluções
adequadas que preservem um dos maiores patrimônios do povo brasileiro - as nossas
rodovias, escreveu o Engº João Afonso Baeta Costa Machado, presidente da Comissão
Organizadora no site oficial do ENACOR: www.enacor.com.br.
A Comissão Organizadora do 14º ENACOR destacou, no site www.enacor.com.br, a
peculiaridade do encontro realizado em Minas Gerais, estado detentor de uma das maiores
malhas rodoviárias do país, estrategicamente localizado, ligando as regiões
centro-oeste/norte/nordeste ao sul/sudeste.
Este cenário fez com que, nos últimos anos, fossem criados projetos rodoviários
arrojados em Minas Gerais, como o PROACESSO, que está interligando os municípios sem
ligação pavimentada à rede rodoviária principal do Estado, e o PROMG Programa
de Recuperação e Manutenção Rodoviária de Minas Gerais, um novo sistema de
gerenciamento da recuperação e manutenção da malha, que tornou mais eficaz a
realização desses serviços e permite oferecer vias em condições mais adequadas de
segurança e conforto aos usuários, considerando-se a realidade atual de escassez de
recursos para investimentos em infraestrutura em todo o País, assinala o site
oficial do ENACOR.
Os mineiros tem mesmo o que comemorar. Em 2003, antes da implantação do PROACESSO, 26%
dos municípios mineiros 225 cidades não tinham ligação pavimentada à rede
rodoviária principal do Estado, totalizando 5,5 mil quilômetros. De lá para cá já
foram concluídas as pavimentações de 112 acessos, beneficiando diretamente cerca de 730
mil pessoas; 2.818 km de rodovias foram pavimentados, com investimentos superiores a R$
1,7 bilhão, promovendo educação e saúde, além de contribuir para o desenvolvimento
econômico. Até o momento, 51% dos acessos já foram pavimentados, 40% encontram-se em
andamento e 9% estão em licitação, totalizando 219 acessos, isto é, 97% do Programa.
O DER/MG informa ainda que os acessos restantes coincidem com a diretriz de rodovias
federais, dependendo de recursos da União para sua execução. Somente neste ano,
destaca a assessoria do órgão, 11 acessos já foram concluídos e em outros três
começam as obras a partir de julho: São Felipe Minas, Itambé Mato Dentro e Uruana
Minas.
Com uma malha rodoviária pavimentada de 24.079,9 km, sendo 16.018,6 km estaduais, o PROMG
introduziu a avaliação dos serviços prestados pelas empresas ao Estado e, ao mesmo
tempo, manteve o fluxo financeiro para a manutenção permanente dos serviços de
conservação e manutenção. O resultado foi a redução do desperdício com paliativas
operações tapa-buraco.
O mineiros também tem muito a dizer sobre a PPP MG-050, a primeira rodovia mineira
gerenciada pela iniciativa privada em um contrato de Parceria Público-Privada. O
contrato, assinado em meados de 2007 foi um marco, e hoje o governo mineiro tem 16
projetos de PPP em andamento.
A topografia mineira, variando de plana a muito acidentada, faz com que sejam
aplicadas diversas técnicas, produtos e processos diferenciados nas atividades de
conservação das rodovias, o que se traduz em um grande potencial de negócios para
empresas construtoras, consultoras e fabricantes de materiais e produtos, salienta o
site oficial do ENACOR.
Plano para evitar 35 mil mortes por ano
O Grupo Técnico da
ABDER de Segurança Viária está concluindo um plano de ação para reduzir o
astronômico número de vítimas decorrentes de colisões, atropelamentos e capotamentos,
dentre outros acidentes de trânsito de veículos automotores no país. O número de
óbitos no trânsito anualmente é da ordem de 35,1 mil pessoas, o que dá uma média de
96 mortes por dia, 4 por hora, uma a cada 15 minutos.
São cerca de 350 mil ocorrências no trânsito por ano que provocam outras 400 mil
vítimas não fatais. Além da incalculável dor emocional causada pela perda de um ente
ou amigo, o custo material-econômico desse massacre sobre rodas, que era de R$ 10
bilhões por ano em 2003, segundo estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada - IPEA em parceria com a Associação Nacional de Transportes
Públicos ANTP e o Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, hoje está
calculado em R$ 30 bilhões. (continua na página central)
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Os órgãos
rodoviários estaduais, bem como todos os técnicos, especialistas e estudiosos do setor
rodoviário, tem um encontro marcado em Belo Horizonte, no período de 25 a 28 de agosto.
Trata-se do 14º Encontro Nacional de Conservação Rodoviária Enacor, que neste
ano traz para a nossa reflexão o tema Conservar uma ação permanente.
A frase transporta para o rodoviarismo a sabedoria popular há muito transmitida de
geração para geração na forma de ditados que resumem a cultura brasileira e o modo de
pensar de nosso povo, como por exemplo: passo a passo se chega ao longe;
de grão em grão a galinha enche o papo; ou mesmo o seguro morreu de
velho. Todos esses motes populares tem o sentido de trabalho cotidiano, constante ou
permanente. Todos levam à idéia de que preservar é mais barato que reconstruir e de que
conservar é fundamental para que o bem conservado não venha a faltar no futuro.
Com efeito, o mesmo raciocínio já empregado para a preservação do meio ambiente deve
ser utilizado para a conservação do nosso patrimônio logístico. Já é hora de o país
se conscientizar para a necessidade impostergável de conservarmos e ampliarmos a nossa
infraestrutura, sob pena de continuarmos pagando o alto preço configurado pelo elevado
custo Brasil, que nos retira a competitividade em importantes mercados internacionais, e
também pelo exército de vítimas que todos os anos é formado em conseqüência de
trágicas ocorrências em nossas vias.
O Informativo da ABDER já publicou várias matérias sobre as perdas financeiras de
produtores rurais causadas pela falta de estradas, ferrovias, hidrovias e portos. Somente
no Centro Oeste, 2,6 milhões de toneladas de grãos serão perdidos na safra deste ano
durante o transporte dos campos até o porto de Santos e Paranaguá. O prejuízo para os
produtores da região está calculado em cerca de R$ 6 bilhões. Estimativas feitas por
especialistas nos dão conta de que as perdas anuais de todo o setor produtivo brasileiro
ultrapassam a casa dos R$ 100 bilhões anuais devido à nossa falta de infraestrutura.
Como se não bastasse a perda puramente material-econômica-financeira, a falta de
infraestrutura também é responsável, em parte, pelo elevado número de óbitos nas
nossas rodovias. Como o Informativo da ABDER busca deixar claro nesta edição, não se
pode mais atribuir todos acidentes apenas aos maus motoristas, ou àqueles imprudentes que
dirigem alcoolizados. Após um ano de lei seca, o trânsito brasileiro continua produzindo
um assombroso número de mortes: 35,1 mil ao ano. E é nesse contexto que o Plano Nacional
de Segurança Viária, que está sendo concluído pelo Grupo Técnico da ABDER de
Segurança Viária, servirá como importante contribuição de nossa Associação para
reduzir esse flagelo nacional. Para nós da ABDER, o trânsito deve ser tratado como
questão de saúde pública e não apenas como caso de polícia.
Nos próximos dois anos de nossa gestão à frente da ABDER pretendemos dar continuidade
aos trabalhos dos vários grupos técnicos da entidade, que podem muito contribuir para a
melhor preservação e até mesmo ampliação de nossa infraestrutura logística. É nosso
papel, como associação aglutinadora dos órgãos rodoviários estaduais, buscar também
maior cooperação com o governo federal no sentido de conscientizar os vários órgãos
do Sistema Nacional de Trânsito que conservar é, de fato, uma ação permanente.
Engenheiro Romualdo Theophanes de França Júnior
Presidente do DEINFRA/SC e Presidente da ABDER
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ABDER discute Plano de Segurança Viária
De acordo com o coordenador do Grupo Técnico da ABDER, engº. João Franchi Filho
(DER/MG), o Plano Nacional de Segurança Viária contemplará 20 subprogramas e cinco
diretrizes macro: 1. priorizar a preservação da vida, da saúde e do meio ambiente; 2.
efetivar a educação contínua para o trânsito; 3. estimular a mobilidade e a
acessibilidade a todos os cidadãos; 4. promover a cidadania; e 5. estimular a
qualificação contínua de gestão dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de
Transite SNT.
Entre outras medidas, o PNSV irá recomendar a avaliação institucional na área de
segurança viária para direcionar ações de treinamento e servir de base para
modernização destes órgãos; sistematizar procedimentos e criação de padrões de
referência de classe mundial; consolidar os conhecimentos existentes e incentivar
pesquisa; implantar o bat - boletim de acidente de trânsito - com registro
nacional, semelhante ao RENAVAM, para melhorar a confiabilidade da base de dados de
acidentes; estudar a criação de um órgão nacional gestor de segurança viária, com
responsabilidades claras para cumprimento da Política Nacional de Trânsito PNT; e
integrar ações nos três níveis de governo, estabelecendo metas as serem atingidas e
objetivos específicos a serem alcançados.
João Franchi informou que o PNSV tem como base o Plano de Ação do DER-SP e
as diretrizes traçadas pela Resolução nº 166/2004, do Conselho Nacional de Trânsito
CONTRAN. Na época da publicação da Resolução, o número de óbitos
contabilizados como de vitimas de trânsito no país era algo em torno de 33 mil por ano,
a produção anual de automóveis não chegava a dois milhões de unidades e a frota
nacional era de aproximadamente 36,2 milhões. Hoje, o número de óbitos ao ano é 35,1
mil, a produção nacional de veículos passa dos 3,5 milhões e a frota nacional
ultrapassou os 40 milhões de unidades desde 2008.
Levantamento feito pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego Abramet
aponta que o número de colisões no trânsito das capitais caiu entre 1999 e 2006, mas
houve um crescimento nos índices de mortes, de onde se conclui que os acidentes ficaram
mais violentos, assinala o livro Acidentes de Trânsito no Brasil: a situação nas
capitais, lançado pela Associação em setembro de 2008. O levantamento mostra
também que a frota de veículos que circulam pelo país aumentou nos últimos anos. Em
1999, a frota de veículos no conjunto das capitais era de 12,8 milhões. Em 2006, passou
para 14,6 milhões. Um aumento de 14,1% no período. Mas a Abramet ressalva que
especialistas não sabem afirmar se esse crescimento está diretamente relacionado
ao aumento no número de óbitos no trânsito das capitais.
Um dado que chama a atenção na pesquisa da Associação é a elevação do número de
óbitos de motociclistas. De 1996 a 2005, o índice anual de óbitos de motociclistas
passou de 153 para 1.008. Especialistas calcularam que a chance de avião sofrer algum
tipo um acidente em pleno voo é de uma em um milhão, já um motociclista tem 700 vezes
mais chance de sofrer um acidente fatal que um passageiro de uma linha aérea regular.
Para o professor da Universidade de Brasília e especialista em segurança viária, David
Duarte Lima, a situação é tão crítica que as revendedoras deviam vender motos
já com seguros de vida.
Outro fator agravante para a falta de segurança em nossas vias é o nosso baixo índice
de pavimentação. O país possui cerca de 1,7 milhão de quilômetros de rodovias, mas
apenas 196 mil são pavimentados, ou seja, 11,5% da malha. Para se ter uma ideia do baixo
índice de pavimentação de nossas estradas, na Rússia, onde há 738 mil quilômetros de
rodovias, 84% delas tem asfalto. Na China, outro país de grande extensão territorial,
esse índice é de 81%. Entre as 20 maiores economias do mundo, o Brasil, apesar de ser a
10ª economia, está em último lugar em termos de infra-estrutura rodoviária, como
revela o livro O Mito do Rodoviarismo Brasileiro, de autoria de Geraldo
Vianna, presidente por seis anos da Associação Nacional de Transporte de Cargas e
Logística (NTC & Logística).
Fazendo uma conta comparativa, a cada dois dias e meio nós derrubamos um jato como
aquele da Air France, que caiu no meio do Oceano Atlântico. Como os acidentes de
trânsito são difusos ao longo de todas as vias, esses mortos e feridos não despertam a
atenção da mídia, ou seja, não tem repercussão como o acidente aéreo, mas matam numa
proporção muito maior, salienta João Franchi, informando que a próxima reunião
do grupo para deliberar sobre o PNSV será nos dias 17 e 18 de setembro do corrente.
Desde a promulgação do Código de Trânsito Brasileiro CTB em 1997, houve
um despertar de consciência para a gravidade do problema. No entanto, o estágio dessa
conscientização e sua tradução em ações efetivas ainda são extremamente discretos e
insuficientes para representar um verdadeiro enfrentamento a questão, assinala a
justificativa que acompanha a Resolução do Contran nº 166/2004. A frase continua
bastante atual e o Plano Nacional de Segurança Viária pretende alterar essa realidade.
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Plano de Segurança Viária
Subprograma 1: Implementação de Subprograma
coordenado de comunicação social, para desenvolver a conscientização do cidadão para
a questão dos acidentes e as ações em curso, promover atitudes e comportamentos
adequados e seguros dos usuários das vias.
Subprograma 2: Maximização do uso dos dados,
informações e recursos existentes no momento presente.
Subprograma 3: Eliminação progressiva de pontos
críticos.
Subprograma 4: Adequação dos limites de velocidade
às condições de segurança desejadas.
Subprograma 5: Intensificação da fiscalização de
condutores e veículos.
Subprograma 6: Redução de atropelamentos.
Subprograma 7: Prestação de serviço de socorro
médico a vítimas de acidentes.
Subprograma 8: Desenvolvimento de um sistema de
gerenciamento de informações e dados de tráfego rodoviário integrado ao sistema de
informações estratégicas da ST.
Subprograma 9: Fomento à pesquisa, à produção, à
disseminação e ao intercâmbio de conhecimentos de segurança rodoviária e divulgação
de estatísticas, visando a conscientização da população.
Subprograma 10: Otimização e aprimoramento do sistema
de cobrança de multas e de aplicação dos recursos arrecadados.
Subprograma 11: Desenvolvimento e implantação de
auditorias de segurança nas rodovias.
Subprograma 12: Elaboração de projetos sempre com
vistas à segurança.
Subprograma 13: Adequação e correção progressiva
das vias e faixas de domínio.
Subprograma 14: Complementação e nivelamento de
acostamentos em toda a malha rodoviária do Estado e pavimentação daqueles ainda não
pavimentados.
Subprograma 15: Melhoria da sinalização e da
proteção rodoviária.
Subprograma 16: Educação de condutores de veículos
quanto às normas e princípios de segurança.
Subprograma 17: Conscientização da população quanto às
questões de segurança em estradas.
Subprograma 18: Estabelecimento da relação amigável
entre a rodovia e a comunidade (Criação da Rodovia Solidária).
Subprograma 19: Elaboração de um plano emergencial
para ocorrência com cargas perigosas.
Subprograma 20: Revisão da legislação e dos padrões
ambientais relativos a rodovias com vistas à conciliação da defesa do meio ambiente com
os imperativos da segurança rodoviária.
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DER/SP
Terminais rodoviários
O Estado de São Paulo ganhará 43 novos terminais rodoviários de passageiros e
outros 85 estão sendo reformados. Desenvolvido pelo Departamento de Estradas de Rodagem
DER, o Programa de Construção e Reforma de Terminais Rodoviários de Passageiros,
com investimento de R$ 43 milhões, beneficiará mais de 1,2 milhão de habitantes e
contribuirá para o desenvolvimento dos 128 municípios paulistas contemplados pelo
projeto. O programa visa atender cidades com população de até 30 mil habitantes.
Isso demonstra a preocupação do governo do Estado com o desenvolvimento dos
municípios sem esse atendimento, principalmente aqueles que não tem terminais
rodoviários. Aliado às melhorias realizadas pelo DER nas estradas vicinais, o interior
paulista segue rumo à excelência rodoviária, visando a melhor prestação de serviço
tanto a motoristas quanto a passageiros, comenta o secretário em exercício da
Secretaria Estadual dos Transportes de São Paulo, Sílvio Aleixo.
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DER/MG
Duplicação da Antônio Carlos
O DER/MG iniciou a construção dos viadutos no cruzamento da Avenida Antônio
Carlos com a Rua Operários, um dos mais movimentados de Belo Horizonte. As obras são
executadas em parceria com a Prefeitura da capital. O projeto de duplicação da Antonio
Carlos prevê a construção de sete viadutos em quatro pontos da avenida. O cronograma
das obras de duplicação das pistas no trecho de 2,2 quilômetros será finalizado em
março de 2010. O objetivo da obra é criar um corredor de ligação entre os aeroportos
da Região Metropolitana (Pampulha e Confins) ao Centro de Feiras e Exposições de Minas
Gerais (Expominas). Uma via de acesso rápido que, juntamente com a Linha Verde, vai
alavancar o desenvolvimento do turismo de negócios da capital mineira.
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DER/PR
Estradas em Morretes
O governo do Paraná amplia os investimentos no litoral do estado com obras de
melhoria nas estradas municipais de Morretes. As máquinas das Patrulhas Rodoviárias do
Departamento de Estradas de Rodagem (DER) trabalham desde o início do mês na
readequação das vias na cidade, totalizando 21 quilômetros. O Governo do Paraná já
recuperou mais de 2 mil quilômetros de estradas rurais em 95 municípios com o programa
Patrulhas Rodoviárias. Além disso, está em andamento a recuperação de mais 200
quilômetros em outras 12 cidades. Atualmente, o DER possui 23 equipes de Patrulha
Rodoviária distribuídas no Estado. Cada uma é formada por 11 equipamentos
máquinas, tratores, caminhões que trabalham na recuperação das principais vias
rurais dos municípios.
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AGETOP/GO
Obra na GO-178
O presidente da AGETOP Agência Goiana de Transportes e Obras,
José Américo de Sousa, em companhia do governador Alcides Rodrigues, visitaram as obras
de reconstrução da ponte sobre o Rio Corrente, na GO-178, entre Itarumã e Itajá. Por
ser produtora de grãos e ter atividade pecuária bastante desenvolvida, a obra é tida
como essencial para a região. A GO-178 é canal de escoamento da produção agropecuária
e portal de entrada de máquinas e insumos, além de dar acesso à GO-302 que leva à
Lagoa Santa, pólo turístico local. A ponte sobre o Rio Corrente foi destruída em 2008
devido ao rompimento da Barragem da Hidrelétrica Espora, localizada no Sudoeste goiano. A
reconstrução da ponte deverá ser concluída até outubro deste ano, ao custo da ordem
R$ 3,2 milhões.
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DER/AL
Zona da Mata
O governo de Alagoas vai promover mais investimentos em saneamento e
rodovias para a região da Zona da Mata. Os projetos anunciados incluem o esgotamento
sanitário da cidade de União dos Palmares, que já conta com R$ 4,4 milhões em recursos
do PAC, e a construção de uma rotatória no trecho que liga São José da Laje à
BR-104.
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