
J O R N A L ABDER - Março /
Abril 2009
Índice
| 1º) |
Rodovias estadualizadas pela MP 82/2002 receberão
investimentos do DNIT até 2010 |
| 2º) |
Engº Romualdo é o novo presidente da ABDER |
| 3º) |
Mensagem da ABDER - Exemplo de parceria entre Governo e
Estados |
| 4º) |
Grupo de Transporte Intermunicipal de Passageiros |
| 5º) |
Encontros |
| 6º) |
Grupos Técnicos - Autorização Especial de Trânsito
AET |
| 7º) |
O Que vai pelos DERs |
| 8º) |
DER/CE - Ponte no trecho Barbalha Arajara |
| 9º) |
DER/SP - Interdição da SP-332 |
| 10º) |
DER/PR - Obras em rodovias do Noroeste |
11º) |
DAER/RS - Renovação dos sistemas dos pedágios |
| 12º) |
AGETOP/GO - Pavimentação na região Sudeste |
| 13º) |
SIDER - Gestão Integrada da Faixa de Domínio e Receitas |
| 14º) |
Expediente |
Rodovias estadualizadas pela MP 82/2002 receberão investimentos do DNIT até
2010
O Governo prorrogou até dezembro de 2010 o prazo para que o DNIT realize
obras nas rodovias federais que foram estadualizadas pela MP 82, em 13 de dezembro de
2002. O prazo definido pela Lei 11.452/07 terminaria no fim de 2008, mas no dia 24 de
dezembro, o Governo publicou a MP 452 com a prorrogação do prazo. A decisão do Governo
só antecipou uma medida que o Congresso estava prestes a adotar: a Câmara já havia
aprovado uma emenda incluindo a prorrogação do prazo no texto da MP 445 e faltava apenas
a concordância do Senado. O novo prazo é mais um capítulo na longa
novela protagonizada pelo Governo Federal e 15 Estados, em torno da jurisdição de
14.801km de rodovias.
A mixórdia teve início com o que seria a solução para o ressarcimento aos Estados
pelas obras que eles realizaram nas rodovias federais. A MP 82 deveria selar um acordo
entre o Governo Federal, que transferiria as rodovias e recursos para conservá-las para a
esfera estadual, e os Estados desistiriam de tentar receber na Justiça o ressarcimento
pelas obras que haviam realizado nas rodovias federais. Para facilitar o processo de
transferência, previsto para ser concluído em 2006, o Governo ofereceu aos Estados R$
130 mil por km. Com a MP 82, o Governo transferiu, juntamente com as rodovias, cerca de R$
1,8 bilhão aos Estados.
Com o caixa baixo, alguns Estados acabaram aplicando os recursos que deveriam ir para a
conservação dessas rodovias em acertos monetários, para não incorrerem nas penas da
Lei de Responsabilidade Fiscal. Mesmo assim, o dinheiro oferecido pelo Governo não
cobriria um terço dos recursos necessários, tamanho o estrago provocado nas rodovias por
anos sem um centavo federal investido em manutenção. E para complicar a situação, no
dia 19 de maio de 2003, o recém instalado Governo Lula vetou integralmente o Projeto de
Lei de Conversão da MP 82, editada ao apagar das luzes do Governo Fernando Henrique
Cardoso.
De um dia para o outro, os 14.801 km de rodovias ficaram no limbo: enquanto o Governo
teimava em dizer que eram estaduais, mesmo sem ter sido consumada a transferência, mas
para os Estados elas continuavam na esfera federal. Alguns técnicos cogitaram a via
jurídica para obrigar o Governo Federal a reassumir a responsabilidade das rodovias
incluídas na MP 82, mas a alternativa foi logo descartada pelo grupo de Procuradores,
Advogados e Assessores Jurídicos dos órgãos rodoviários estaduais e dos Estados, que
se reuniu para debater o assunto, em 24 de fevereiro de 2005, na sede da ABDER. A
conseqüência seria extremamente prejudicial aos usuários.
Além do vácuo jurídico gerado pelo veto presidencial, os Estados tinham outras
questões, como a responsabilidade sobre possíveis ônus referentes às indenizações de
áreas desapropriadas quando da construção das rodovias e que geraram um passivo de
valores ainda não definidos. Eles também levantaram dúvidas sobre os contratos de
exploração das faixas de domínio firmados com o DNIT e sobre o levantamento dos bens
acessórios e benfeitorias que compunham o patrimônio transferido, inclusive imóveis sob
responsabilidade de outros órgãos federais, não ligados ao DNIT ou Ministério dos
Transportes, bem como os projetos de construção, manutenção recuperação ou
restauração das rodovias e obras de arte especiais. Havia ainda a questão sobre a
necessidade ou não de aprovação das transferências pelas respectivas Assembléias
Legislativas Estaduais, do novo Sistema Rodoviário Estadual, incorporando os novos
trechos e da Lei que reformula o Sistema Nacional de Viação, ainda em tramitação no
Congresso Nacional, sem a reformulação desses trechos estadualizáveis. Sem falar na
questão da metodologia utilizada pelo Governo para chegar ao cálculo de R$ 130 mil por
km.
Os Estados mais interessados nessas questões eram Minas Gerais, que havia recebido 40,5%
do total das rodovias federais, 6.000 km, e R$ 780 milhões para mantê-los; e o Rio
Grande do Sul, que havia recebido 1.987 km e aproximadamente R$ 260 milhões para
conservá-los. Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul,
Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima e Tocantins completavam o grupo
dos 15. O então secretário de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais (2003-2006)
e presidente do Fórum Nacional de Secretários, Agostinho Patrus, desafiou, na época, o
Governo Federal a fazer uma auditoria para verificar se os recursos transferidos estariam
ou não no caixa dos Estados. Ele garantia que o Governo iria achar até o último
centavo.
Foi um acordo assinado e sacramentado. No caso de Minas, o Estado aplicou cerca de
R$ 2 bilhões entre 1989 e 2001 na recuperação de rodovias federais, que estavam em
péssimas condições. O governo federal disse: vai construindo e depois a gente acerta.
Esse acerto, porém, nunca aconteceu, afirmava Patrus, que faleceu em fevereiro
deste ano, sem ver o acerto se concretizar.
Em maio de 2005, no 54º Fórum Nacional de Secretários de Estado de Transportes, em Belo
Horizonte, 19 secretários firmaram documento não reconhecendo os procedimentos de
transferência de rodovias federais. E em setembro daquele ano, durante a realização do
X ENACOR, a ABDER apresentou uma série de sugestões para solucionar o impasse, entre
elas, a elevação dos recursos destinados aos Estados para recuperação e conservação;
continuidade da aplicação de recursos federais em obras conveniadas; liberação de mais
recursos da CIDE aos Estados para integral recuperação e preservação das rodovias
transferidas; aplicação de recursos federais, enquanto não se concluísse as
transferências, para manutenção das estradas estadualizadas e prorrogação da
conclusão do plano de transferência de 2006 para 2009.
As propostas chegaram a sensibilizar especialistas do Governo que reconheceram
a dificuldade de alguns estados em assumir integralmente o plano de transferência
previsto pela MP 82/02. Técnicos do Planejamento chegaram a prever a possibilidade de
alocação de recursos no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária para que o
Ministério dos Transportes oferecesse o esperado socorro aos Estados. Mas a Controladoria
Geral da União (CGU) interpretou a intenção como ilegal, pois o teor original da MP
82/02, na visão da CGU, continuava em vigência e, portanto, a malha viária transferida
não pertenceria mais à União, que estaria, assim, impedida de investir na recuperação
de estradas que já não eram mais federais.
A solução para impasse veio apenas com a MP 283, de fevereiro de 2006, que entre outras
coisas definia a estrutura de alguns órgãos do Executivo, inclusive do DNIT. Durante a
tramitação da MP pelo Congresso, os parlamentares aprovaram alteração no texto
original para permitir que o DNIT também realizasse, até 31 de dezembro daquele ano,
obras nas rodovias estadualizadas. Semanas depois, os parlamentares aproveitaram a MP 328
para prorrogar o prazo das obras do DNIT até 31 de dezembro de 2008. Porém, para evitar
um vácuo legal nos primeiros meses de 2007, pois o Congresso não conseguiria aprovar a
medida antes de terminar 2006, o Governo editou a MP 340, no dia 29 de dezembro de 2006,
prorrogando o prazo do DNIT por mais um ano, até 31 de dezembro de 2007.
A situação se repetiu no final do ano passado. O Congresso já estava prestes a aprovar
uma emenda na MP 445 adiando o prazo para a conclusão das obras do DNIT até o fim de
2010. Mas para evitar um vácuo legal nos primeiros meses de 2009, o Governo Federal foi
obrigado a baixar a MP 452/08 em dezembro de 2008 estendendo o prazo para a conclusão das
obras do DNIT. E de fato a MP 445 só foi aprovada pelo Congresso no dia 31 de março. A
diferença é que o Governo desta vez decidiu prorrogar o prazo para o término das obras
do DNIT por dois anos, em vez de um só ano, como das outras vezes. Já é um avanço.
Aguardemos os novos capítulos.
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Engº Romualdo é o novo presidente da ABDER
Desde
o dia 4 de março, o Engº Romualdo Theophanes de França Junior acumula o cargo de
presidente do DEINFRA/SC com o de presidente interino da ABDER. A entidade ele já conhece
bem. Foi Diretor de Operações da ABDER na gestão do Presidente Rogério Wallbach Tizzot
(2003 a 2005) e Diretor de Planejamento na última gestão do Presidente Inácio Bento de
Morais Júnior (2007 a 2009), a quem substituiu. A eleição do próximo presidente da
ABDER ocorrerá no dia 13 de maio durante a realização da 1ª Assembléia Geral
Ordinária.
Morais Júnior deixou a presidência da ABDER por força do estatuto da entidade que
permite somente presidentes de órgãos rodoviários exercerem a presidência da
Associação. Morais Júnior se afastou do cargo por não mais ser o Diretor
Superintendente do DER/PB. Em sua despedida, agradeceu a colaboração dos colegas e
especialmente do superintendente executivo da ABDER, Engº Júlio Rangel.
Ao tomar posse, Romualdo França elogiou Morais Júnior pela abertura que sempre deu a
todos os membros da diretoria e prometeu dar continuidade aos trabalhos da entidade em
defesa da melhoria dos transportes no país. Ele disse sentir-se tranqüilo em assumir o
cargo, pois já vivencia ABDER desde 2003.
Estiveram presentes à reunião de transferência de cargo, a Secretária Geral Engª da
ABDER, Vânia Torquato Sobrado do DER/SP; e o Eng. Manoel Jorge Lacerda Júnior, do
DER/PR, representando o Eng. Rogério Tizzot, Diretor de Programas Especiais da ABDER.
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Exemplo de parceria entre Governo e Estados
O ABDER-Notícias traz nessa edição a história do longo e recente processo de
amadurecimento institucional brasileiro, configurado na estadualização de quase 15 mil
km de rodovias federais, que foi iniciado de maneira açodada em 2002.
Durante quase quatro anos, de dezembro de 2002, quando foi editada a MP 82 estadualizando
as rodovias, até julho de 2006, quando foi aprovada a Lei 11.314, que permitiu a
aplicação de mais recursos federais nas estradas estadualizadas, Governo Federal e 15
Estados travaram um contencioso que só prejudicou o Brasil e os brasileiros. Foi um
verdadeiro um diálogo de surdo-mudo, em que cada uma das partes se julga detentora da
razão, enquanto que a razão passa ao largo de toda a discussão. Estudos realizados em
1997, pelo então DNER, indicavam a necessidade de se transferir trechos de rodovias
federais aos Estados. Foi elaborado um Projeto de Restauração e Descentralização
de Rodovias Federais, para um período de quatro anos, de 1997 a 2001, onde se
previa transferir aos Estados 4.000 km. O Governo também previa transferir a operação
de rodovias com grande volume de tráfego para concessionárias privadas. Em harmonia com
a Constituição de 1988 preparou o Projeto de Lei 1.176/95, com o objetivo de proceder
essa transferência. Mas, de modo geral, os governos estaduais condicionaram seu apoio a
essa medida à restauração dos trechos danificados que seriam transferidos. No entanto,
em que pese terem sido alguns trechos, objeto de contratos de restauração, não foram
completados os serviços em grande parte das rodovias constantes da MP 82. Fato que
permanece sem solução até os dias atuais.
Com a indefinição até o presente momento e sem que as rodovias fossem recuperadas, elas
chegaram a um estado crítico de degradação. Porém, bastou a união de todos para o
sistema rodoviário começasse a se reestruturar.
É certo que ainda há muito para ser feito, afinal, conforme estudos já publicados em
edições anteriores do ABDER - Notícias, o Brasil ocupa o último lugar entre os 20
países mais desenvolvidos em termos de infra-estrutura de transportes. Contudo, o
estabelecimento de parcerias público-público, ou seja, parcerias entre o Governo Federal
e Governos Estaduais, é fundamental para superarmos os obstáculos ao nosso
desenvolvimento.
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Grupo de Transportes Intermunicipal de Passageiros
A situação das concessões de linhas intermunicipais de passageiros em cada Estado e as
legislações específicas de cada localidade. Esses foram os principais temas abordados
na reunião do Grupo de Transportes Intermunicipal de Passageiros (TIP) da ABDER,
realizada nos dias 19 e 20 de março, na sede da Associação, em Brasília.
A reunião contou com a participação de representantes do Acre, Pernambuco, Santa
Catarina, Paraná, Espírito Santo, Rondônia e Rio Grande do Norte.
O Grupo decidiu solicitar à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que os
Estados sejam consultados quando a Agência estabelecer linhas de transporte e
passageiros, especialmente quanto os pontos inicial ou terminal estiverem próximos à
divisa dos Estados.
O grupo também irá propor a padronização de convênios com entidades governamentais
envolvidas na gestão do transporte em todos os níveis visando à melhoria da
fiscalização. Os participantes da reunião decidiram ainda elaborar um documento sobre
gratuidade e descontos, objetivando a adaptação desses benefícios à Constituição
Federal e Estatutos em vigor, a título de recomendação a todos os Estados, como
subsídio a revisão das respectivas legislações de transporte intermunicipal.
A ABDER deverá encaminhar, por decisão do Grupo de Transportes, carta aberta à ANTT
solicitando mais fiscalização e controle dos serviços de fretamento sob jurisdição
federal.
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ENCONTROS
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Autorização Especial de Trânsito - AET
A reunião do grupo de AET, ocorrida em Brasília, nos dias 25 e 26 de março,
teve como objetivo principal a regulamentação da circulação de guindastes, tanto os
autopropelidos quanto os montados sobre chassis de caminhão.
Queremos definir conceitos e regras específicas sobre o peso desses guindastes.
Esses equipamentos tiveram um crescimento muito grande com a importação, principalmente
da China, e a legislação atual pouco fala sobre esse tipo de veículo, explicou a
coordenadora de Pedágio do DER/SP, que acumula a coordenação do Grupo junto com a
Secretaria Geral da ABDER, Engº Vânia Torquato Sobrado.
O encontro contou com representantes dos Departamentos de Estradas de Rodagem dos estados
de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Tocantins, Espírito Santo,
Alagoas, Pernambuco, Distrito Federal, Rio de Janeiro, e do DNIT.
O primeiro passo do grupo foi reunir informações sobre a forma de atuação de cada
Estado representado em função do volume de AET fornecida para esse tipo de veículo,
qual a legislação adotada, e se o Estado dispõe de legislação própria ou adota a
portaria 11/2004 do DNIT. A exceção do DER/SP e DAER/RS, que confirmaram dispor de
legislação própria para o fornecimento de AET em rodovias sob sua circunscrição, os
demais estados informaram seguir a portaria do DNIT.
À tarde, um representante do Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e
Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais SINDIPESA e um representante de uma
empresa importadora de guindastes autopropelidos realizaram explanações sobre os tipos
desses veículos.
Em seguida, os representantes dos órgãos rodoviários discutiram as normas adotadas em
cada estado e buscaram um consenso para a elaboração da minuta de resolução para ser
enviada ao DENATRAN, para estudo e publicação de Resolução do CONTRAN disciplinando o
assunto em todo o Brasil.
O DNIT tem uma regra, um conceito, São Paulo tem outra, Rio Grande do Sul e alguns
estados tem as suas, mas a maioria não tem regras definidas. E o que acontece: esse
veículo guindaste que trafega sai com uma autorização, um conceito federal, nas
rodovias federais de São Paulo, quando entra em Minas tem outro conceito diferente para
peso, teoriza Vânia Sobrado.
Isso é conceito relativo a peso, porque também alguns guindastes importados da
Alemanha têm uma carga que eles denominam carga de viagem, a carga que ele pode circular.
Já os veículos chineses, o catálogo deles não se refere à carga de viagem. Então
eles carregam mais acessórios, vão agregando peso e cria-se uma divergência entre o
peso especificado no catálogo e o peso real, aquele quando se pesa o veículo na rodovia.
Então temos a diferença entre o peso do veículo no catálogo e o peso de viagem, com o
qual ele está circulando nas rodovias, afirma Vânia Sobrado.
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DER/CE
Ponte no trecho Barbalha Arajara
O governo do Ceará autorizou, dia 9 de março, o início das obras construção da ponte
no trecho da rodovia CE-293, entre Barbalha e Arajara, com vão de 16 metros sobre o rio
São Francisco. A obra deverá demorar 90 dias. Os investimentos previstos são de R$ 308
mil, recursos próprios do Estado. As obras ficarão sob responsabilidade do Departamento
de Edificações e Rodovias (DER). A ponte faz parte do projeto de restauração do trecho
Barbalha-Arajara, que se encontra em processo de licitação. O investimento previsto na
restauração da rodovia é de R$ 2,1 milhões.
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DER/SP
Interdição da SP-332
O Departamento de Estradas de Rodagem DER interditou, dia 20 de março, a rodovia
SP-332 (Visconde de Porto Seguro), que liga Campinas a Valinhos. A interrupção no trecho
do quilômetro 99 a 101,4 deverá durar cerca de 60 dias. Conforme explicou o DER-SP, a
interdição é necessária para a realização de obras de reparos na galeria de água
existente no trecho. Como alternativa, o motorista que segue no sentido Campinas-Valinhos
deverá fazer um desvio no quilômetro 102, onde poderá acessar a SP-91 e trafegar entre
os dois municípios. No sentido contrário, Valinhos-Campinas, o desvio é feito no
quilômetro 98.
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DER/PR
Obras em rodovias do Noroeste
Mais R$ 35,7 milhões serão aplicados em obras de recuperação de 278 quilômetros de
rodovias estaduais na região Noroeste do Paraná. As obras devem iniciar nas próximas
semanas e vão abranger 12 trechos de rodovias na região que terão seus pavimentos
completamente recuperados. São serviços que seguem até 2010. A ordem das
intervenções vai respeitar levantamentos técnicos realizados pelos engenheiros do
DER, explicou o secretário dos Transportes e diretor do DER-PR, Rogério W. Tizzot.
Ele enfatizou que obras semelhantes estão em andamento ou programadas para iniciar em
outras regiões do Estado. Somente com este tipo de intervenção, vamos atuar em
mais de 1,7 mil quilômetros de rodovias. Os serviços têm características semelhantes
com obras realizadas com sucesso entre 2003 e 2006.
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DAER/RS
Renovação dos sistemas dos pedágios
O Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), por intermédio da Central de
Licitações do Estado (CELIC), está realizando concorrência para contratar empresa que
fornecerá e instalará os equipamentos necessários à operação e controle da
arrecadação de tarifas dos pedágios administrados diretamente pelo Daer, nas praças de
Campo Bom (RS/239), Portão (RS 122/240) e Coxilha (RS/135). Os equipamentos são
constituídos de softwares e hardwares para supervisão e controle do sistema (inclusive
com captura de imagens dos veículos passantes em cada cabine); detectores de massa
metálica, de eixo, e de rodagem dupla para registrar o tipo de veículo passante e
indicador de tarifa; emissão de recibos da tarifa arrecadada; semáforos de liberação
do veículo com cancelas automáticas; e semáforos de marquise para indicar as cabines
que estão em operação.
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AGETOP/GO
Pavimentação na região Sudeste
O governador Alcides Rodrigues e o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras
Agetop, José Américo de Sousa, inauguram a pavimentação da GO-309, trecho Pires
do Rio e Caldas Novas, na região Sudeste do Estado. A região abriga um dos principais
pólos turísticos de Goiás, as águas termais de Caldas Novas. O presidente da Agetop
ressaltou que a obra também é importante para o escoamento da safra agrícola e
agropecuária. Os recursos para a pavimentação total do trecho são oriundos do Tesouro
Estadual, com investimento de mais de R$ 31 milhões.
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