
J O R N A L ABDER - SET/OUT 2001
Índice
ENGº JÚLIO RANGEL É HOMENAGEADO
NA ABERTURA DO VI ENACOR
ENCONTRO DEBATE CONSERVAÇÃO
RODOVIÁRIA EM BRASÍLIA
REUNIÃO DE DIRIGENTES DE ORGÃO
RODOVIÁRIOS ESTADUAIS
PRESIDENTE DA ABDER MOSTRA RESULTADOS POSITIVOS
DO VI ENACOR
BRASIL AMÉRICO DESTACOU A IMPORTÂNCIA
DE BRASÍLIA COMO SEDE DO ENCONTRO
PALESTRAS PROFERIDAS DURANTE O ENCONTRO
TRABALHOS TÉCNICOS APRESENTADOS NO
VI ENACOR
MINISTÉRIO CONTA COM RECURSOS PARA
MANUTENÇÃO DE RODOVIAS
DEPUTADO EXPÕE SOBRE RECURSOS PARA
CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA
COMISSÃO ORGANIZADORA DESTACA SUCESSO
DO EVENTO
A ABDER E A CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA
DERT/CE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
DER/DF EPIA SERÁ REFORMADA E AMPLIADA
INSTRUMENTOS PARA A CONSERVAÇÃO
RODOVIÁRIA
DAER/RS PEDÁGIO COMUNITÁRIO
DER/SP BOLETIM SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO
DER/RR RECUPERAÇÃO DE CAMPOS
NOVOS E VICINAL 16 PRÓXIMA ETAPA SERÁ O PAREDÃO
COMISSÃO QUER AUDITORIA DO TCU EM
RODOVIAS FEDERAIS CONCEDIDAS
COBRANÇA DE MULTAS
ACIDENTES COM MORTE REDUZIRAM COM O NOVO
CÓDIGO DE TRÂNSITO
ABDER ACOMPANHA TRABALHO DO GEIPOT SOBRE
PEDAGIAMENTO ELETRÔNICO
ENGº JÚLIO
RANGEL É HOMENAGEADO NA ABERTURA DO VI ENACOR
Na
solenidadede Abertura do VI Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária, realizado na Sala Martins Penna do Teatro Nacional,
o Engenheiro Julio Xavier Rangel, Superintendente Executivo da ABDER, foi
surpreendido com um homenagem da Comissão Organizadora do evento
e da Diretoria da ABDER, pelos relevantes serviços prestados ao
rodoviarismo nacional.
Após
a exibição de um vídeo sobre passagens de sua vida,
com relatos de familiares e amigos, o Eng.Júlio Rangel recebeu uma
peça decorativa em reconhecimento a sua longa folha de serviços
prestados ao setor rodoviário, dentre os quais destacam-se sua atuação
como Secretário de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal, Diretor
Geral do DER-DF e Presidente da ABDER
.
.
.
.
Voltar ao índice
ENCONTRO
DEBATE CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA EM BRASÍLIA
Durante
quatro dias, no período de 31 de julho a 3 de agosto de 2001, Brasília,
capital do Brasil, foi também a capital do rodoviarismo brasileiro,
com a realização do VI Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães,
organizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal-DER-DF
e pela Associação Brasileira dos DERs-ABDER. Autoridades
federais, estaduais, parlamentares, técnicos e especialistas do
setor, em especial aqueles preocupados com a conservação
das rodovias brasileiras, debateram com profundidade os rumos da conservação
rodoviária no Brasil, os problemas e as soluções que
se apresentam para a conservação das estradas, medida essencial
para a continuidade do desenvolvimento nacional.
Além
de especialistas e representantes do setor, do Ministro dos Transportes,
Eliseu Padilha, do ex-ministro dos Transportes e ex-Diretor Geral do DNER,
deputado Eliseu Resende (PFL-MG), estiveram presentes também personalidades
como o jornalista da Rede Globo de Televisão, Alexandre Garcia,
e o navegador Amyr Klink. A presença dessas personalidades, bem
como de diversas outras autoridades, fomentou as discussões sobre
a Conservação Rodoviária.
Se o encontro
buscava soluções concretas para oferecer aos usuários
das rodovias brasileiras conforto, segurança e economia, elas apareceram
na forma de dezenas de trabalhos técnicos apresentados e de palestras
que determinaram novas metas para o setor de conservação
rodoviária, com a abordagem de temas que auxiliarão na busca
de alternativas tecnológicas para reverter o quadro caótico
das rodovias do país.
Foram 24 palestras,
um Painel, uma Mesa Redonda sobre Segurança Rodoviária, além
da apresentação de 23 Trabalhos Técnicos inéditos
selecionados pela comissão organizadora com abordagens técnicas
e científicas voltadas aos que estão engajados no desenvolvimento
da área rodoviária e que apresentam soluções
e alternativas para o setor. O VI Enacor foi composto de painéis,
mesas redondas, palestras e debates sobre temas como a Conservação
Rodoviária, Infra-Estrutura do Transporte Rodoviário, Fontes
de Recursos para Conservação Rodoviária, Segurança
Rodoviária e Alternativas para a Gestão Rodoviária.
Outros temas
importantes discutidos durante o evento foram os aspectos na contratação
de equipamentos para controle de velocidade (pardais e barreiras eletrônicas)
e as alternativas na construção civil para a durabilidade
e conservação das rodovias brasileiras.
Empresas privadas
e públicas também participaram do Encontro com a montagem
de uma exposição paralela. Estandes apresentaram aos participantes
as últimas novidades e tecnologias referentes à construção
civil e pavimentação asfáltica e expuseram equipamentos,
produtos e serviços voltados para a área rodoviária.
.
.
.
Voltar
ao índice
REUNIÃO
DE DIRIGENTES DE ORGÃO RODOVIÁRIOS ESTADUAIS
A
Associação Brasileira dos DER-ABDER, realizou no dia 31 de
julho, por ocasião do início do VI Encontro Nacional de Conservação
a reunião dos Dirigentes de Órgãos Rodoviários
Estaduais, na qual foram debatidos temas de relevância para o setor
de transportes estaduais.
Durante a reunião
dos dirigentes de órgãos rodoviários, a discussão
girou em torno do Projeto de criação da Agência Nacional
de Transportes, que acabou com o DNER e o GEIPOT e também em torno
da questão da troca de multas entre estados.
..
.
.
Os
diretores dos DERs presentes ouviram a explanação da empresa
Softplan/Poli-graph, mostrando sua experiência no mercado de sistemas
informattizados para o setor de transporte rodoviário, notadamente
o funcionamento do SIDER-Soluções Integradas para Departamentos
de Estradas de Rodagem, sistema capaz de informatizar as mais diversas
áreas do órgão, formando um banco de dados único,
relacional e disponi- bilizando informações integradas e
imprescindiveis,que, por sua vez, proporcionam maior rapidez e qualidade
nas decisões executivas.
Na oportunidade
também foi apresentado o SAFF-Sistema de Administração
Físico-Financeira de projetos, destinado a gestão de Projetos
de forma simples, ágil e eficiente, especialmente na gestão
de projetos financiados por Organismos Internacionais como o BID/BIRD.
Em seguida
foi exposto pela Economista Ana Paula Mendes do DER/MG, do Grupo Troca
de Multas, o teor da Portaria do Denatran nº 28 de 30 de maio de 2001,
em que estabelece o prazo máximo até o dia 1º de setembro
do corrente ano para que todos os órgãos participantes do
Sistema Nacional de Trânsito inclua o novo código de barras
em suas guias de arrecadação de multas de trânsito.
Diante do exposto a Diretoria da ABDER irá visitar o Diretor Geral
do Denatran para buscar maiores detalhes sobre a nova sistematização
e, em seguida, convocar reunião do Grupo de Multas da ABDER para
conhecimento e discussão entre seus membros.
.
.
.
O
Superintendente Executivo da ABDER, Júlio Xavier Rangel, alertou
para a situação da Lei nº 10233, de 05 de julho do corrente
ano, que dispõe sobre a criação das Agências
Nacionais de Transportes Terrestres e Aqua- viários, além
do DINFRA- Departamento de Infra-Estrutura de Transportes. Ele manifestou
preocupação com o fato de que a questão da segurança
do trânsito também está sendo gradativamente passada
para os DERs.
Com a extinção
do DNER, algumas preocupações vieram à tona e foram
manifestas pelos Diretores Gerais de DERs de vários estados, por
entenderem que a extinção do DNER, em que pese a criação
de um novo órgão para substituí-lo, prejudicará
os estados, principalmente no que tange à conservação
da malha rodoviária federal, principalmente porque o desgaste político
recairá sobre os governantes estaduais.
O Superintendente
da ABDER Júlio Rangel também propôs que a entidade
convide o Engº José Alex Botelho, para falar na XXXI Redore,
que ocorrerá em outubro em Boa Vista-RR, acerca do seu trabalho
sobre hidrovias.
Na Reunião
ficou definido que o VII Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária será realizado em Vitória-ES, em data ainda
a ser confirmada, mas provavelmernte no primeiro semestre de 2002.
.
.
.
Voltar ao índice
PRESIDENTE
DA ABDER MOSTRA RESULTADOS POSITIVOS DO VI ENACOR
O
presidente da ABDER, Eng.Júlio Rodrigues, Diretor Geral do DER-PI,
reconheceu os resultados altamente positivos do VI Encontro Nacional de
Conservação Rodoviária, afirmando, no entanto, lamentar,
a falta de participação de representantes do governo federal,
notadamente do Ministério dos Transportes, uma vez que o Ministro
Eliseu Padilha, esteve apenas na abertura do Encontro, no dia 31 de julho.
"O rodoviarismo
nacional, atualmente, passa por uma fase delicada e que merece muita atenção.
A ABDER, com seus associados, os DERs, têm consciência das
problemáticas enfrentadas pelo setor e por isso vem, há algum
tempo, através dos Encontros de Conservação Rodoviária,
como este VI que se encerrou em Brasília, buscando o apoio necessário
da sociedade e do governo, para juntos trazerem soluções
que possam salvar o vasto patrimônio público que são
as nossas estradas."
Para ele, o
VI Encontro mereceu uma atenção especial pela presença
de representantes de outros setores da sociedade, que também manifestaram
sua visão e suas preocupações com relação
às previsões de colapso que vem se fazendo para o setor de
transportes, caso medidas emergenciais não sejam tomadas. Dentre
as medidas, uma das mais importantes é a garantia de recursos para
a conservação rodoviária.
"Nós
sabemos quais são as soluções técnicas para
o setor rodoviário, faltam as decisões políticas",
salientou, acentuando que hoje, muita coisa que envolve a questão
da conservação e da manutenção das rodovias
brasileiras dependem do lado político.
Para ele, o
VI Encontro Nacional de Conservação Rodoviária, retratou
claramente os resultados obtidos, pelos DERs, ao longo dos últimos
anos, em que a bandeira maior da classe rodoviária foi a conservação
rodoviária.
"Isto
ficou expresso na qualidade e na quantidade dos trabalhos técnicos
apresentados, nas palestras proferidas e na mesa redonda, além de
dezenas de debates e painéis que contaram com a participação
de mais de 600 técnicos de todas as regiões do país
que se inscreveram e participaram ativamente do VI ENACOR."
O Presidente
Júlio Rodri-gues salientou, ainda, que a ABDER já está
se preparando para que o sucesso do VI Encontro se repita em Vitória-Es,
no ano que vem, por ocasião do VII Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária.
.
.
.
Voltar ao índice
BRASIL
AMÉRICO DESTACOU A IMPORTÂNCIA DE BRASÍLIA COMO SEDE
DO ENCONTRO
O
Diretor Geral do DER-DF, Engº Brasil Américo Louly Campos (foto
ao lado), or-ganizador do VI ENACOR, disse que a participação
de personalidades importantes de outros setores no Encontro Nacional de
Conservaçao Rodoviária foi um indicativo de que o tema Conservação
Rodoviária está se ampliando e tornando-se uma causa da sociedade
brasileira.
"Neste
VI Encontro, além dos debates sobre novas técni- cas e a
troca de experiências que ocorreram, principalmente entre os DERs,
sobre a conservação rodovária, também conseguimos
discutir a variável política que entrava a conservação
das rodovias brasileira", observou, lembrando que Brasília
foi o cenário ideal para discutir esta questão e conseguir
repercussão.
Para ele ,
a realização do VI ENACOR foi importante também para
manter a atenção da sociedade voltada para o tema, inclusive,
até, porque os usuários da rodovias brasileiras estão
cada vez mais exigentes e cobrando a manutenção e a conservação
destas.
"O valioso
patrimônio, que são os mais de 55 mil quilômetros de
rodovias, encontra-se no limiar de um terrível "apagão":
o colapso completo do sistema rodoviário brasileiro, caso medidas
miti- gadoras não sejam tomadas com urgência", alertou.
Brasil Américo
concluiu afirmando que, mais que nunca, todo o setor rodoviário
continuará lutando intensamente pelo tema conservação
rodoviária, uma vez que ela já começa a fazer parte
da agenda de importância de toda a sociedade brasileira.
"E, nós,
particularmente, continuaremos lutando com garra, pela conservação
rodoviária, agora, dirigindo todo o nosso apoio ao VII Encontro
Nacional que se realizará em Vitoria-ES.", concluiu.
.
.
Voltar ao índice
PALESTRAS
PROFERIDAS DURANTE O ENCONTRO
1 - Hidrossemeadura com Acetamulch
Palestrante: Ângelo Pizzato (Conspizza)
2 - Muros em Solo Armado
Palestrante: João Carlos M. Silva (Solo Armado)
3 - Reflexão Sobre a Construção
e Conservação Rodoviária no Brasil
Palestrante: Solange Bastos Costa (DERBA)
4 - Aplicação de Geossintéticos
em Obras Rodoviárias
Palestrante: Ennio Marques Palmeira (UnB)
5 - Revestimentos Asfálticos Descontínuos
de Alta Funcionalidade
Palestrante: Nelson Roberto E. Santo (Ipiranga)
6 - Desenvolvimento Institucional do DERT-CE
Palestrante: Lúcio de C. Bonfim Júnior (DERT)
7 - Dimensionamento de Pisos em Concreto Armado,
Protentido e Concreto com Fibras
Palestrante: Newton de Oliveira Pinto Jr. (Belgo Mineira)
7.1 - Aplicação de Silicone em "Junta
de Dilatação". A Utilização do Silicone
na Selagem de Junta de Dilatação em Pavimentos Rígidos:
Vantagens, Durabilidade, Economia e Técnica de Aplicação
Palestrante: Marco Antônio A. Souza (Dow Corning)
8 - Obras Rodoviárias Ambientalmente Sustentáveis
com Uso de Geossintéticos
Palestrante: Maurizio Sponga (Vertical Green)
9 - A Gerência de Pavimentos Sob a Ótica
dos Administradores Rodoviários
Palestrante: Paulo Romeu A. Gontijo (Strata)
10 - Infra-estrutura do Transporte Rodoviário:
A Perspectiva do Usuário
Palestrante: Alexandre Garcia (Rede Globo)
11 - Pavimentos de Concreto
Palestrante: Márcio Rocha Pitta (ABCP)
12 - Monitoramento de Veículos Rodoviários
Representante da Autotrac
13 - Estado da Arte Sobre as Propriedades e Tipos
de Utilização do Betume Modificado com Borracha
Palestrante: Jorge B. Souza (Consulpav)
14 - Novas Técnicas e Materiais para Solução
de Problemas de Reforço Estrutural, Drenagem e Geotecnia em Obras
Rodoviárias
Palestrante: Jaime da Silva Duran (Maccaferri)
15 - Panorama Internacional Sobre Avaliação
de Pavimentos: Alguns Índices e Sistemas de Medição
Palestrante: Márcio Muniz (UnB)
16 - Modelos de
Gerenciamento de Pavimentos no Brasil
Palestrante:
Antonio F. Marcon (UFSC)
17 - Congestion: Solutions in the USA
Palestrante: Randell Iwasaki (DOT-California)
18 - Planejamento e Segurança em Cada Detalhe
Palestrante: Amyr Klink
19 - Paisagismo Rodoviário
Palestrante: Siumar Goetzkë (DER-PR)
20 - Segurança Viária em Concessões
Palestrante: Odair Tafarelo (Viaoeste)
21 - Ecopaisagismo Rodoviário
Palestrante: José R. Nehring Cesar(Consultor)
22 - Efeito das Sobrecargas nos Pavimentos
Palestrante: João Fortini Albano (UFRGS)
Voltar ao índice
TRABALHOS
TÉCNICOS APRESENTADOS NO VI ENACOR
1.1- Os conceitos da capacidade e níveis
de serviço do TRB (Transportation Research Board) e sua relação
com os custos de conservação rodoviária
Autor: Antônio Carlos Valle de Souza
1.2- Trecho experimental utilizando mistura de solo-cal
no município de Limoeiro do Norte-CE
Autores: Paulo Roberto Reis Loiola
Ernesto Ferreira Nobre Júnior
1.3- Projeto para vias vicinais de terra na região
sul de Minas com ênfase no município de Lavras-MG
Autor: Stélio Maia Menezes
1.4- Programa Restauração/RS: Uma proposta
para o gerenciamento da malha rodoviária estadual pavimentada
Autores: Paulo Ricardo Rodrigues Pinto
Carlos Alexandre Pinto Toniolo
1.4.1- Route 2000-RS - O sistema de gerência
da malha rodoviária do estado do Rio Grande do Sul
Autores: Ana Paula Cardoso
Isnara Maria Duarte
Yvan Casan
Antônio Carlos Milfort
1.5- Custos da infra-estrutura rodoviária
- Análise e Sistematização
Autores: Lúcia Gonçalves Pedrozo
Luiz Afonso dos Santos Senna
Fernando Dutra Michel
1.6- Estudo do comportamento estrutural de um trecho
experimental executado com um novo ligante asfáltico
Autores: Silvrano Adonias Dantas Neto
Márcio Muniz de Farias
Sérgio Antônio Gurgel Oliveira
1.7- Análise probabilística aplicada
a índices de avaliação de pavimentos
Autores: Ricardo Oliveira de Souza
Márcio Muniz de Farias
José Matsuo Shimoishi
Paulo Romeo Assunção Gontijo
Sessão Técnica 2
2.1- Algumas soluções de estabilização
e proteção de taludes no Metrô-DF
Autores: Jean Mafra dos Reis
Arnaldo Ferreira da Costa
2.2- Controle e recuperação de processos
erosivos com técnicas de bioengenharia
Autores: Aloísio Rodrigues Pereira
Humberto Alves da Silva
2.3- Projeto de estabilização de areias
e taludes ao longo da rodovia litorânea CE-163 (trecho Mundaú
- Guajirú), litoral nordeste do estado do Ceará
Autor: Adopho E. Bezerra Kesselring
2.4- Transporte e meio-ambiente: por um transporte
sustentável
Autora: Vanessa Rocha
2.5- Gestão da qualidade e seus impactos na
conservação rodoviária
Autores: Marcos Augusto Jabôr
Roger Gama Veloso
Maria Alice Di Lorenzo
2.6- Pavimentos modificados como forma de redução
do nível de ruído do tráfego urbano: Experiências
Internacionais Autores: George Lavor Teixeira
Yaeko Yamashita
Edson Jony G. de Freitas
2.7- O GPR (Radar de Penetração no
Solo) como ferramenta na investigacão indireta do subsolo - Estudo
de caso
Autores: Heitor de Araujo Franco
Gustavo de Assunção Mello
Sessão Técnica 3
3.1- Sistemas automáticos para máquinas
hidráulicas de terraplanegem e pavimentação
Autor: José Anderson Schwab
3.2- Sistemas eletrônicos de operação
rodoviária
Autor: Paulo S. Vianna Aguiar
3.3- Técnico em Sistema Viário do CEFET/MG:
Estruturação por competência
Autores: Sergio Luiz Costa Saraiva
Marcelo Turler de Oliveira
Antônio J. Prata A. Silva
Maria Aparecida Nesralla
3.4 - Descrição e funcionamento da
instalação para manutenção corretiva de pavimentos
asfalticos
Autores: Ernesto B. Behrend da Silva
Roi Rogers C. de Almeida
3.5 - Uso do densímetro nuclear no controle
de compactação em obras rodoviárias
Autores: José Camapum de Carvalho
Renato Guimarães Cabral
Clauber Santos Campello
3.6- Uso de geogrelha de poliéster na reabilitação
de pavimentos - A experiência brasileira na rodovía SP - 310
Autores: Cássio Alberto Teoro do Carmo
Luiz Valentim Biasotto
Flávio Teixeira Montez
3.7- Contadores/Classificadores automáticos
de veículos
Autor: Mario Piai Jr.
3.8- Projeto Rodoviário na escola
Autores: Nara Regina Costa Schmidt
Carmem Luiza Kersting
Rosane C. Rodrigues
Voltar ao índice
MINISTÉRIO
CONTA COM RECURSOS PARA MANUTENÇÃO DE RODOVIAS
O
Ministério dos Transportes conta este ano com mais de R$ 1 bilhão
para a manutenção das rodovias do país. Além
disso, o ministério quer recriar o Fundo Nacional de Transportes,
extinto desde 1988. As informações foram dadas pelo ministro
Eliseu Padilha durante a abertura do VI Encontro Nacional de Conservação
Rodoviária, no Teatro Nacional, em Brasília.
O ministro
lembrou que houve uma inversão de prioridades no setor de Transportes,
passando a aplicar mais recursos em conservação do que em
construção de rodovias. Com isso, o item conservação
de rodovias já deve contar este ano com cerca de R$ 1 bilhão
(em 97 foi de R$ 36 milhões). O ideal será R$ 1,5 bilhão,
mas isso será possível a partir da criação
do Fundo Nacional dos Transportes, que deverá ser votado no mês
de agosto.
Na oportunidade
do VI Encontro, o Ministro dos Transportes, também manifestou a
preocupação do seu ministério com a necessidade urgente
da redução do número de acidentes no país,
afirmando que o Ministério vem trabalhando intensamente, realizando
campanhas educativas em ambito nacional, como parte do Programa de Redução
de Acidentes no Trânsito-PARE.
.
.
Voltar ao índice
DEPUTADO EXPÕE
SOBRE RECURSOS PARA CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA
O
deputado federal Eliseu Resende (PFL-M) ex-Ministro dos Transportes e ex-Diretor
Geral do DNER, falou no Painel "Conservação Rodoviária:
Um Enfoque Politico", oportunidade em que defendeu a vinculação
de recursos para o setor de transportes. Ele disse que as estradas estão
em péssimas condições porque não tem dinheiro
e não tem dinheiro porque não possuem nenhuma vinculação
que garatam recursos para sua manutenção.
O deputado
que esteve a vida toda ligado ao setor de transportes e na Câmara
dos Deputados relata as principais propostas destinadas ao setor, salientou
que construir uma estrada é uma decisão política,
conservar a estrada não é mais uma decisão politica,
é um dever, uma obrigação com a decisão política
tomada.
Para ele, nos
custos aproximados da estrada já devem estar embutidos os custos
de manutenção e este deve ser o raciocínio do setor
público. "Quando o governo instala ou produz um bem público
cria-se um artifício permanente que é o patrimônio
público que passará a fazer parte do bem público e
é um ativo fixo que precisa ser conservado", disse, lembrando
que houve um tempo em que houve uma vontade política de construir
e conservar estradas, tanto que em 1968 criou-se a Taxa Rodoviária
única que era cobrada e vinculada à conservação
das rodovias.
Eliseu Resende
defendeu a adoção de um imposto sobre combustíveis
como forma de se criar recursos permanentes para a conservação
rodoviária. Ele defende que o Congresso aprove um Fundo Nacional
de Transportes, nos moldes do que existia até a constituinte de
1988
Ele lembrou
ter sido Diretor Geral do DNER no tempo em que os recursos do Fundo Rodoviário
Nacional não passavam nem pelo Tesouro Nacional, eram depositados
diretamente na conta do DNER que o utilizava na conservação
das rodovias federais
Voltar ao índice
COMISSÃO
ORGANIZADORA DESTACA SUCESSO DO EVENTO
Para
o Presidente da comissão organizadora do encontro, Engº Reinaldo
Teixeira Vieira, o VI Encontro atingiu seu objetivo principal que foi fornecer
ao Governo informações e soluções para melhorar
o sistema rodoviário.
"Não
foram apresentados somente problemas mas também caminhos para as
soluções. Após este Encontro, estamos certos de que
conseguiremos uma resposta mais rápida e eficaz, tanto do Governo
Federal quanto da sociedade", disse, reafirmando que a maior dificuldade
encontrada pelo setor é a falta de investimento.
De acordo com
Reinaldo; "o Governo Federal tenta sanar o problema mas a verba destinada
no orçamento federal para o setor representa 1/8 da real necessidade
e o VI ENACOR foi a oportunidade de reivindicarmos mais recursos".
Para Reinaldo
Vieira, a participação de técnicos, engenheiros civis
e pesquisadores no Encontro, e a realização de minicursos
de reciclagem dos profissionais da área, foram importantes para
que o VI ENACOR atingisse por completo a sua meta.
Voltar ao índice
A ABDER E A CONSERVAÇÃO
RODOVIÁRIA
A
ABDER tem cumprido fielmente com um de seus objetivos que é o de
representar todos os DERs do Brasil, nas questões mais importantes
do rodoviarismo nacional.
Com a renovação
da diretoria, o primeiro passo foi a reavaliação dos Grupos
de Trabalhos, onde fizemos uma importante reunião com todos os coordenadores
dos oito grupos existentes e redefinimos os objetivos e agendamos uma nova
meta de trabalho para o biênio 2001/2002.
Com a integração
mais efetiva dos Grupos Técnicos de Trabalho com a diretoria da
ABDER, visamos obter os melhores resultados dentro do contexto do rodoviarismo
nacional.
Também,
digno de nota, os resultados do VI Encontro Nacional de Convservação
Rodoviária, que se mostrou um marco na história destes eventos,
tendo, nesta edição, a participação efetiva
de mais de 600 técnicos de órgãos rodoviários
de todas as regiões do país.
O VI ENACOR
buscou atingir os anseios dos usuários, bem como da população
brasileira, com relação ao nível de qualidade que
as rodovias, obriga-tóriamente, devem possuir.
O Encontro
retratou claramente os resultados obtidos aos longo dos últimos
anos no setor de conservação rodoviária, o que ficou
claro com a apresentação de vários trabalhos técnicos
abordando esta questão.
Hoje, com certeza,
o Encontro Nacional de Conservação Rodoviária já
faz parte da agenda nacional, bem como da cultura do rodoviarismo, haja
avisto que as rodovias são partes integrantes e imortantes da economia
nacional.
.
Voltar ao índice
DERT/CE DESENVOLVIMENTO
INSTITUCIONAL
O
Eng. Lúcio de Castro Bonfim Junior, Diretor Geral do DERT-CE, destacou
os avanços obtidos pelo órgão com o desenvolvimento
institucional adotado pelo DERT-CE que, a seu ver, implantou uma nova filosofia
no Ceará para a política de infra estrutura do Estado.
Ele lembrou
que ainda em março, foi realizado um Seminário, para a apresentação
do Programa de Desenvolvimento Institucional - D.I. a todos os servidores.
Participaram o superintendente, superintendente adjunto, coordenadores,
gerentes, assessores e um representante de cada Distrito Operacional.
Hoje, o Progarma
de Desenvolvimento Institucional está sendo aplicado em todos os
demais órgãos do estado e será apliado em todas as
demais áreas e executado pelo DERT.
"O DERT
contratou um consórcio de empresas,com experiência internacional,
para implantar no órgão um sistema de gerenciamento competente
de forma que todos os setores do DERT possam ter acesso", ressaltou,
lembrando ser esta uma mudança do paradigma dentro da instituição.
Lucio Bonfim,
lembrou que esta dinâmica de reforma institucional se dá também
em conseqüência do novo modo de governar instalado no Estado
nas gestões do governador Tasso Jereissati.
Ele disse que
nos últimos quinze anos o Estado do Ceará adotou uma reforma
administrativa dinâmica, continuada e de busca e adaptação
e isso se faz presente no DERT.
"A partida
para todo este trabalho foi dada no início do ano e após
o período inicial de contatos, de várias análises
e da resolução por uma definição de programa
administrativo, que nos possibilitará um trajeto de ações
pautado, em números precisos e hábeis na medida de nossas
necessidades de tomadas de decisão, eis que chega o momento de darmos
o sinal, com a bandeira verde, para a largada de um novo tempo", observou,
acentuando que o enfoque atual do Programa de Desenvolvimento Institucional
é prover o Estado da indispensável infra-estrutura de transportes,
coerente com a sustentabilidade do seu desenvolvimento sócio-econômico,
considerando a enorme importância dessa infra-estrutura como elemento,
ao mesmo tempo, de suporte e indutor do desenvolvimento.
Demos ênfase
a três pontos estratégicos para dinamizarmos o PROGRAMA DE
DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO DERT - D.I., através da universalização
dos serviços, maximização e otimização
dos recursos e melhoria da qualidade dos serviços.
Para ele, com
o Desenvolvimento Institucional o estado e o DERT está tendo os
aportes para os ajustes de um modelo institucional e de uma estrutura organizacional,
que possam promover a missão do DERT; desenvolver uma política
de gerenciamento de investimentos, que viabilize a estrutura de todo o
trabalho do DERT, hoje com um leque maior de responsabilidade na execução
da infra-estutura do Governo do Estado; concretizando novos mecanismos
de receita para a auto-sustentabilidade do Departamento e a aplicação
de uma política de recursos humanos.
"O resultado
prático está sendo sentido pelo usuário, quer seja
de uma rodovia, de uma escola; uma empresa cliente; os parceiros de realizações
ou qualquer cidadão que sinta a presença de algo realizado
pelo Departamento. Para isto estamos investindo fundo na prestação
destes serviços de ótima qualidade para conquistarmos mais
e mais a sua confiabilidade.
Dentre as ações
estratégicas temos a destacar o SIGMA - Sistema Integrado de Gestão
da Manutenção, que envolve a todos, beneficiando usuários
e a própria administração pública estadual,
com a descentralização de dados, rapidez e acesso dos mesmos,
transparência nas decisões, da tecnológica e a otimização
dos recursos , no trato com a execução de rodovias e a tudo
que diz respeito neste segmento.
Voltar ao índice
DER/DF EPIA SERÁ
REFORMADA E AMPLIADA
Até
setembro começam as obras na DF 003, que terá o asfalto substituído
por pavimento de concreto e construída a terceira faixa.
Uma das principais
reivindicações dos motoristas brasi- lienses, a melhoria
e ampliação da EPIA-Estrada a Parque Indústria e Abastecimento,
deverá ser atendida de maneira rápida e eficaz, com a decisão
de substituir a pavimentação de asfalto pelo concreto, já
no próximo mês. Os 15 quilometros que ligam o Balão
do Colorado ao Park Shopping representam um dos trechos de maior fluxo
de veículos do DF, com aproximadamente 70 mil automóveis
por dia. Além de representar uma via importante para um grande contingente
de pessoas que trabalham na região e residem nas cidades satelites
do Gama, Candangolandia, Sobradinho, Planaltina e Núcleo Bandeirantes,
este trecho corresponde a um corredor viário entre as regiões
Norte/Nordeste e o Sul/Sudeste do país. Por esta razão, 10%
dos veículos que transitam diariamente, são pesados, o que
contribui para a deterioração da pista.
Graças
aos estudos desenvolvidos pela ABCP ( Associação Brasileira
de Cimento Portland) e já aprovadas pelo Governo do Distrito Federal,
as obras de pavimentação em concreto deverão ser iniciadas,
no máximo, em setembro e vão garantir maior durabilidade
à via, uma vez eu será utilizado material e tecnologia modernos.
A parceria firmada entre a indústria de cimento e o GDF vai permitir
a transferência de tecnologia de ponta, com o uso de um produto de
qualidade superior, porém com custo de implantação
equivalente ao da utilização do tradicional asfalto. Normalmente,
o pavimento flexivel possui custo inicial um pouco menor que o concreto.
Entretanto, por causa da baixa exigência de manutenção,
o custo total de rodovias em cimento chega a ser 62% inferior as rodovias
em asfalto.
Segundo o diretor
do DER/DF, Brasil Américo, a parceria com a ABCP, responsável
pelos equipamentos, e a participação das fábricas
de cimento do Distrito Federal, que fornecerão o cimento para as
empresas contratadas, torna a relação custo-benefício
da obra ainda mais atrativa. Ele afirma que "se ganha em qualidade
e no custo da manutenção, já que a rodovia de concreto
só vai demonstrar fadiga depois de vinte anos". Além
disso, a reforma da EPIA representa um incremento para a economia, na medida
em que as quatro fábricas de cimento locais que são responsáveis
pela maior arrecadação de ICMS no Distrito Federal, aumentam
a produção, gerando mais empregos e aumentando a arrecadação
de impostos.
Voltar ao índice
INSTRUMENTOS
PARA A CONSERVAÇÃO RODOVIÁRIA
O
Coordenador de Planejamento do DERT-CE, João Bosco de Castro, presente
ao VI Encontro Nacional de Conservação Rodoviária,
afirmou que o DERT vem buscando instrumentos para gerenciar a conservação
e neste sentido criou o SIGMA-Sistema Integrado da Gestão da Manutenção
que conta com um banco de dados central de todos as informações
do sistema rodoviário e por isso consegue fornecer elementos tanto
para a conservação rotineira quanto para as intervenções
de médio e longo prazo.
Joao Bosco,
informou ser o programa pioneiro no Ceará e pretende levar o projeto
à próxima reuião do Grupo Gerência de Pavimentos,
em abril de 2002, para que as pessoas o conheçam e passem a utilizá-lo.
Voltar ao índice
DAER/RS PEDÁGIO
COMUNITÁRIO
Presente
ao VI Encontro Nacional de Conservação Rodoviária,
o Diretor Geral do DAER/RS. Engº Marcos Ledermann falou ao Jornal
da ABDER sobre as principais ações do DAER no Estado, destacando
o Pedágio Comunitário, um programa instituido pelo governo
e adminstrado pelos conselhos populares, como moradores, prefeitos, dentre
outros.
Segundo informou,
os recursos da arrecadação do Pedágio Comunitario
que custa R$ 1,20 destina-se exclusivamente a duplicação
de rodovias e já tem três praças instaladas no Estado,
a saber: uma próxima aos Municipios de Portão e São
Sebastião do Cai, uma próxima aos Municípios de Capão
Bonito e Sapiranga e outra próximo a Passo Fundo e Erechim, propiciando
uma arrecadação de R$ 8 a R$ 12 milhões por ano, cujo
saldo total líquido será aplicado na duplicação
de rodovias.
Desde 1994,
o Pedágio Comunitário permitiu a duplicação
de 18 km de rodovia entre Passo Fundo e Erechim e o próximo passo
será a duplicação da RS 239, entre Portão e
Vale Real, próximo a Farroupilha,passando por São Sebastião
do Cai e Bom Princípio, numa extensão aproximada de 40 km.
Neste trecho já foram duplicados 25 km.
Segundo Marcos
Ledermann o trabalho do DAER vem se intensificando com o Pedágio
Comunitário, um imposto democrático que volta integralmente
em benefício da população que paga o imposto.
"As obras
do contorno da RS 122, em São Sebastião do Caí, foram
inauguradas em julho pelo vice-governador Miguel Rosseto e pelo secretário
dos Transportes, Beto Albuquerque. Com extensão de 4,34 quilômetros,
a construção da pista dupla da RS 122 foi paga com recursos
do pedágio comunitário de Portão, com valor total
de R$ 11 milhões. "Com a obra, o trânsito em direção
à Serra será desviado do perímetro urbano, o que dará
maior segurança à comunidade", informou Ledermann.
Ledermann destacou
também a retomada, pelo DAER, do asfaltamento dos 11 quilômetros
da RS 207, que liga Humaitá, cidade da região Celeiro, à
BR 468. A pavimentação foi iniciada há 5 anos pelo
Batalhão Ferroviário de Lajes (SC). A obra foi paralisada
quando 35% dos trabalhos haviam sido realizados. O DAER utiliza uma equipe
de 14 operários e maquinário pertencente ao 14º Distrito
Regional com sede no município de Santa Rosa. A obra não
constava das prioridades do Orçamento Participativo, mas foi retomada
devido à sua importância estratégica. "O Departamento
Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) também está
instalando mais duas lombadas eletrônicas na RS-401, no trecho urbano
de Charqueadas. Os equipamentos substituirão dois controladores
discretos de velocidade (pardais) em locais considerados críticos
da rodovia. O trabalho deve estar concluído em breve, quando estarão
colocados os lastros eletrônicos, os canteiros e as torres de sinalização.
A sinalização vertical (placas indicativas) e horizontal
(pintura da pista) ficarão prontas na primeira semana de agosto.
O limite de velocidade será de 50 kmh, com mais 7 km/h de tolerância.
Voltar ao índice
DER/SP
BOLETIM SOBRE ACIDENTES DE TRÂNSITO
O
DER/SP lançou em junho um boletim contendo dados e estatísticas
de acidentes de trânsito nas rodovias do Estado de São Paulo
e informações relevantes da Coordenadoria do DER-SP, além
de também ter caráter educativo.
A publicação
será periódica, com dados acumulados do ano e dados de anos
anteriores e pretende atingir o público interno e externo.
Cada edição
conterá além das informações, uma campanha
educativa e um depoimento ligado ao assunto de segurança de alguma
personalidade. Na primeira edição a campanha foi sobre o
álcool.
Com a divulgação
dessas informações o DER-SP deseja alertar aos técnicos
e ao público em geral para o sério problema dos acidentes
nas estradas, principalmente com vítimas fatais, sendo meta da Secretaria
de Transportes a redução em 30%¨de mortes no ano de 2001.
O boletim está
dividido em seis blocos, separados em segurança, fiscalização,
operação rodoviária, operação de balança,
conservação e educação.
Os dados de
acidentes são obtidos dos BOATRv!s-Boletim de Ocorrência de
Acidentes de Trânsito da Policia Militar Rodoviária.
Está
em desenvolvimento no DER, através da Prodesp, projeto para a disponibilização
dos BOATRv!s "on line", para acesso de toda a coletividade e
inclusive dos usuários via internet.
Com esse projeto
o DER terá a possibilidade de produzir relatórios com os
parâmetros que precisar e fazer as análises necessárias
para a redução dos acidentes.
O Boletim de
Dados e Estatísticas do DER/SP é coordenado por uma equipe
técnica composta pelos Eng. Paschoal Tristan Vargas Sobrinho, atual
Coordenador do Grupo de Segurança Rodovária da ABDER, Antônio
Carlos Tomas,Maria Luiza B. Faraoni e Wilson Ressutti Júnior.
Voltar ao índice
DER/RR RECUPERAÇÃO
DE CAMPOS NOVOS E VICINAL 16 PRÓXIMA ETAPA SERÁ O PAREDÃO
As
máquinas do DER /RR estão trabalhando desde a semana passada,
na recuperação da estrada que dá acesso à vila
de Campos Novos (município de Iracema-RR) no sentido vila-rodovia.
De acordo com o diretor do DER/RR, Carlos Levischi, o problema principal
concentra-se num trecho que é de baixada, numa região que
concentra muita água e precisa da colocação de tubos
de concreto (80cm de diâmetro). "Com o ritmo em que o trabalho
está sendo feito em Campos Novos, a previsão é de
que o trabalho seja concluído antes que as chuvas se intensifiquem",
garantiu Levischi, ressaltando que a intenção do DER/RR é
continuar trabalhando, onde for preciso, para que as estradas vicinais
não sejam cortadas durante este inverno, da mesma forma como está
sendo realizado em Campos Novos, e na vicinal 16 de Rorainópolis,
que também é uma região baixa, onde serão colocados
tubos de concreto de 01m. Levischi apontou como as estradas vicinais mais
problemáticas: Campos Novos (Iracema) e Paredão (Alto Alegre).
Esta última, de acordo com Levischi, será o próximo
alvo do DER/RR que, nos próximos dias, estará deslocando
as máquinas para o local para iniciar os trabalhos de recuperação.
Voltar ao índice
COMISSÃO
QUER AUDITORIA DO TCU EM RODOVIAS FEDERAIS CONCEDIDAS
A
Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da
Câmara dos Deputados solicitará ao Tribunal de Conta da União
(TCU) uma nova auditoria, com acompanhamento de deputados, nas obras feitas
em rodovias federais concedidas à exploração privada
usando-se recursos do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza
(ISSQN), arrecadado indevidamente e não repassado aos municípios.
A decisão
foi tomada por sugestão do relator do Pedido de Fiscalização
e Controle nº 39/2000, deputado Max Mauro (PTB-ES), após audiência
pública em que o engenheiro Paulo Rodolfo Vilas Boas Nunan,chefe
da Divisão de Concessões Rodoviárias do DNER, discorreu
sobre como foram gastos os R$ 53,19 milhões arrecadados entre agosto
de 1996 e agosto de 1999.
Segundo Nunan,
a cobrança do ISSQN sem a regulamentação oferecida
pela Lei Complementar 100/99 foi decidida pelo DNER com amparo da Procuradoria-Geral
do órgão e do Conselho Administrativo, que também
aprovou os critério para determinação de quais obras
poderiam ser feitas pelas concessionárias com esses recursos.
"Em julho
de 1999, decisão do TCU mandou suspender a cobrança do imposto
e paralisar as obras consideradas por eles como não passíveis
de serem realizadas com esse dinheiro.
O DNER cumpriu
a decisão, revertendo os recursos restantes para reduzir o valor
do pedágio", explicou o engenheiro, destacando ainda que o
tribunal auditou in loco as obras.
Para o deputado
Márcio Reinaldo Moreira (PPB-MG), autor da PEC 39/2000, as concessionárias
das rodovias federais ficaram com o dinheiro do imposto que deveria ser
repassado aos municípios e fizeram lobby para a aprovação
da lei complementar contando com o esquecimento dos valores já arrecadados.
O deputado
Max Mauro classificou a cobrança de apropriação indébita,
questionando inclusive o aspecto legal de utilização de recursos
públicos pelas concessionárias sem licitação
para a contratação das obras aprovadas pelo DNER.
Voltar ao índice
COBRANÇA
DE MULTAS
A
economista Ana Paula Mendes, do DER-MG e coordenadora do Grupo Troca de
Multas, manifestou sua preocupação com relação
às dificuldades que existem hoje para a troca de multas entre os
estados, notadamente no que diz respeito a cobranças das infrações
cometidas por veículos de um estado em outro.
Ela, com sua
garra e determinação não desiste e diz que, ao lado
de seu companheiro Jorge Rego (DER-DF), continuará envidando todos
os esforços e avisa que se o Denatran, através do Renacon-Registro
Nacional de Cobrança de Multas, não tiver uma solução
imediata, a ABDER estudará uma solução própria
que passará pela criação de uma unidade centralizadora
na sede da Associação para iniciar a troca de multa e a cobrança
das mesmas entre todos os estados da federação, uma vez que
hoje a troca só é feita entre os Estados do Paraná,
Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Pernambuco.
Segundo ela,
a inexistência de um sistema eficaz de troca e cobrança de
multas vem prejudicando os estados e gerando impunidade nos motoriostas.
Ela citou o exemplo do estado de Santa Catarina que deixou de autuar no
ano de 2000, cerca de 165 mil motoristas de outros estados por não
ter como cobrá-los, posteriormente.
.
.
Voltar ao índice
ACIDENTES
COM MORTE REDUZIRAM COM O NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO
O
Presidente da Comissão Especial para Acompanhar a Aplicação
do Código de Trânsito, Deputado , Ary Kara (PPB-SP) informou
e ressaltou que a Câmara dos Deputados está discutindo algumas
possíveis modificações na lei, pois uma legislação
dessa natureza, que mexe com a vida de todas as pessoas, sejam motoristas
ou pedestres, "é algo orgânico, vivo, dinâmico".
"É
natural que possa haver uma ou outra modificação sem alterar,
contudo, sua filosofia", afirmou.
Ele ainda destacou
os resultados positivos que o Código vem apresentando.
"Os acidentes
de trânsito com morte foram reduzidos em 20% e a estimativa do Denatran
é de que o SUS deixou de gastar cerca de R$ 1 bilhão com
o atendimento aos acidentados", comemorou.
Voltar ao índice
ABDER
ACOMPANHA TRABALHO DO GEIPOT SOBRE PEDAGIAMENTO ELETRÔNICO
A
ABDER vem acompanhando com atenção o trabalho do GEIPOT,
na coordenação de um Grupo de Trabalho (Grupo Governamental),
criado por determinação de Portaria do Ministro dos Transportes,
com o objetivo de incentivar e ordenar as aplicações da Telemática
(ITS) nas rodovias brasileiras.
Para que essas
aplicações tenham difusão ampla em todo o País,
em benefício do maior número de usuários dos transportes
interurbanos e urbanos, é necessário que se tenha um padrão
nacional para a comunicação eletrônica entre os veículos
e as antenas localizadas nas rodovias. Essa comunicação dedicada
de curta distância é internacionalmente designada por DSRC
(Dedicated Short Range Communication).
Com um padrão
para DSRC instituído em âmbito nacional poder-se-ia portanto,
em qualquer rodovia brasileira, com um único equipamento de bordo
(tag) e sem parar os veículos, realizar pagamentos de pedágios
(EFC), além de outros serviços ou aplicações.
A Secretaria
de Transportes de São Paulo estabeleceu recentemente um padrão
para esse tipo de comunicação, válido para o Estado
de São Paulo. Esse padrão, designado por SDSRC (Simple DSRC)
atende à norma CEN a ser adotada pela União Européia,
seguindo a tendência mundial em termos de freqüência (faixa
de 5,8 GHZ) e capacidade de leitura e escrita (read/write) nos 'tags' necessária
às aplicações previstas. Apesar de ser um padrão
aberto (não proprietário), possui atualmente um único
fornecedor de equipamentos (Q-Free). A entrada de outros fabricantes no
mercado exigiria investimentos por parte desses novos fabricantes, o que
os deixariam em desvantagem num processo competitivo.
O GEIPOT e
o IPT promoveram teste de um padrão técnico nacional para
a comunicação eletrônica de curta distância (DSRC
- Dedicated Short Range Communication) entre veículos em movimento
e antenas postadas às margens das rodovias.
O objetivo
da adoção de um padrão para este tipo de comunicação
é prover uma base técnica comum que estimule os acordos entre
provedores de serviços em estradas, em especial concessionárias
de rodovias federais, os quais serão necessários para atingir
a interoperabilidade entre provedores. Isto permitirá aos usuários
de estradas a possibilidade de, com a utilização de um único
tipo de equipamento de bordo (etiqueta), usufruir em todo o território
brasileiro de serviços tais como a coleta eletrônica de pedágio
(ETC - Electronic Toll Collection) e outros. Para os provedores de serviços,
a adoção de um padrão técnico nacional significa
maior concorrência entre fabricantes de equipamentos, devendo se
traduzir em melhoria técnica e barateamento do serviço aos
usuários.
Voltar ao índice